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Planeta Eu

05/09/2013

Vejo flores em você


Certo dia fui para a casa de uma amiga; estava esgotada por cuidar dos meus três filhos bem pequenos, na época. Pedi para deitar no seu quarto para dormir um pouco. Fechei os olhos e algo estranho começou a acontecer. Sentia que pontos eram tocados na minha cabeça, como se um dedo estivesse fazendo aquilo. Ia de um lugar a outro. Isso durou um bom tempo. Depois levantei,me sentindo muito bem. Contei para minha amiga o que tinha acontecido e ela disse que entrara duas vezes no quarto, e que eu estava dormindo com rosto sereno. Eu não a vi entrar e tenho certeza que não dormi. 

Meses depois estava deitada na minha cama e senti um pequeno rolo passando de lado a lado da minha cabeça, como se estivessem limpando o meu hardware!

O que foram essas duas experiências, não sei dizer. No reino da imaginação tenho a impressão que interviram em mim, positivamente.

Espero que isso não pareça uma conversa maluca demais porque ainda vai piorar: Quem teria feito essa intervenção e para quê?

Durante um bom tempo acontecia comigo coincidências que me impressionavam. Tentava entendê-las e muitas não pareciam fazer sentido algum. Comecei a achar, nessas ocasiões, que elas eram apenas um “oi” do desconhecido. Um lembrete de que “há mais mistérios entre o Céu e a Terra do que sonha nossa vã filosofia”, como escreveu Shakespeare.

Não sou mística, “no creo en brujas (nem em duendes!), pero que las hay, las hay” , como diz o ditado espanhol. Não abraço árvores também, embora elas mereçam!

Não vejo espíritos, nem fadas... mas as coincidências constantes não puderam ser ignoradas e comecei a reparar que há mesmo um espaço infinito acima da minha cachola e que ali, ou lá para baixo, ou para os lados bem que pode viver uma turma que teria mexido na minha cabecinha, e que me colocou a seu serviço. Uma turma do Bem... mesmo que eu carregue comigo minha sombra, meu lado B.

Não, não... não precisa chamar o pessoal da camisa de força. Não acho que sou a única, nem que me chamo Jesus Cristo!

Acho que somos muitos, e convocados para se afinar com o bem... e acho também que o Mistério toca a vida de todos nós. Ele está no vento que balança as folhas, no sorriso, na vida em todas as instâncias, mesmo naquelas que não compreendemos. Se olhamos nessa direção, alguma forma de comunicação começa a se evidenciar.

Muitos pensamentos que tenho desconfio que não são exatamente meus, nem algumas atitudes. Outro dia tive a nítida sensação de que foram as danças circulares que ensino que me escolheram e não o contrário.

Não estou tirando minha responsabilidade do jogo, mas, sei não, acho que sou uma peça do destino... eu e todos nós, claro! E uns dos outros! Muitas pessoas encontraram seus companheiros através de mim, por exemplo. Na última vez que isso aconteceu eu estava viajando. Sai para buscar uma meninada para almoçar. Quando cheguei na praia a primeira pessoa que vi foi um amigo que tinha pensado naquele dia em chamar para vir nos visitar. A praia é enorme, estava bem cheia, e ele vinha caminhando desde longe, pensando em me encontrar. Eu só disse: "vem comigo". Ele foi. Eu sabia claramente que o estava levando para perto de uma amiga que tinha dito que se interessara por ele. Dito e feito. Começaram a namorar. Não fui eu quem causei o namoro, mas fui eu o instrumento usado (pelo acaso?) para que se encontrassem.

Talvez estejamos num tabuleiro e gigantes invisíveis brincam conosco.

O que me deixa tranquila é que se há mesmo instâncias que interferem nas minhas decisões, sem que eu saiba, pelo menos elas são do bem e por conta disso me entrego.

O que chamo de bem é aquilo que causa o mínimo de dano possível. Não sou santinha não, quem consegue ser??? Mas não gosto de pisar no pé de ninguém. Eu, você e uma turma muito grande prefere flores a bombas! Mesmo que talvez essa escolha não seja tão escolhida assim!

“Vejo flores em você” do título é trecho de música do Ira.

Foto Ligia Vargas.


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Jany

Escritora e Focalizadora de Dança Circular no UlaBiná.

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