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03/09/2008

Utopia do Escritor


Um dos maiores problemas dos escritores mora justamente no primeiro parágrafo. É justamente como você se perde ao procurar um restaurante, ou a casa de um amigo: Entrar na primeira rua em dúvida é um problema, mas depois que já virou na primeira dúvida, o resto a gente nem olha o nome da rua. Simplesmente entra e seja o que Deus quiser.

Pra escrever é mais ou menos assim. O assunto é sempre vasto – para mim: “música”, “sociologia”, “arte”. Mas encontrar uma linha que define o resto do assunto é realmente mais difícil, e essa dificuldade mora no primeiro parágrafo. Mas, passado o primeiro parágrafo, o texto inteiro flui, e o desenvolvimento surge naturalmente.

Hoje começo a coluna assim para mostrar um problema que todos que têm de mostrar algo a alguém – colunistas, escritores, músicos, pintores, padeiros, costureiros, fazedores de velas – sempre tem a preocupação em não soar repetitivo. Então, mais difícil do que escrever algo é tentar escrever algo que soe diferente do resto.

Mas é impossível.

No fundo, no fundo, se alguém ler todas as minhas colunas, verá que eu sempre acho um ponto pacífico para resolver os dilemas de linguagem, sempre encontro algo simples para terminar, e esses vícios que todo artista tem.

Por isso, ao passo que você lê algo sobre música que eu escrevo, saiba que falo disto pois eu vivo isso. Minha vida gira em torno da minha música, e é natural que, às vezes, eu expresse alguma idéia que já tenha comentado ou simplesmente apontado anteriormente.

Essa então esta é a minha preocupação ao começar a escrever. Mostrar aos meus leitores a minha visão de mundo, de arte, de música, e esperar em troca apenas uma reação:

Que pensem.

A música hoje tem um problema, e muito se fala sobre a banalização dos acordes, sobre a fetichelização das melodias, essas questões todas que me surgem ao ouvir essa música difundida pelo YouTube e que cai no gosto popular – não sei como.

Como músico, a minha preocupação é a mesma. Como fazer algo original, em que demonstre um pouco da personalidade dos integrantes da minha banda, mas que não soe repetitivo. Por isso comecei o texto com a introdução falando da originalidade e da preocupação com o primeiro parágrafo, pois queria mesmo era mostrar que existe sim uma preocupação com o que se faz e com o que é feito.

Não se pode banalizar o conteúdo, não se pode abandonar a criatividade, não se pode deixar que a originalidade fuja das mãos. Mesmo os textos mais difíceis têm de ser respeitados, pois mesmo que incompreensível no primeiro parágrafo, no fundo ele demonstra uma preocupação com o leitor.

Por isso, lhe peço: Faça um esforço. Não banalize a sua capacidade de conhecer coisas novas. Leia.


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