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17/06/2009

Diabetes: O que os nossos olhos sofrem por ela


Atualmente estima-se que de 7 a 8% da população mundial seja portadora de diabetes mellitus (DM) e, a prevalência no Brasil é comparável à dos países mais desenvolvidos, onde o DM é considerado o maior problema de saúde. Entretanto, é na sua morbidade, onde incluímos a Retinopatia Diabética, que se concentra o maior impacto sócio-econômico.

Há 2 tipos de diabetes: o tipo 1, que, necessariamente usa diariamente insulina, que predomina nas crianças, jovens e pessoas maduras e o tipo 2, em que quase sempre, não necessitam de insulina. O tipo 2 é constituído de indivíduos com mais de 40 anos, em regra obesos.


O que e Retinopatia Diabética?

A retinopatia é uma das complicações mais comuns do Diabetes e está presente tanto no diabetes tipo 1 quanto no tipo 2, especialmente em pacientes com longo tempo de doença e mau controle glicêmico.

Ela se apresenta como lesões nos vasos sanguíneos da retina (estrutura do olho capaz de captar as imagens e enviá-las ao cérebro para serem interpretadas), podendo causar pequenos ou grandes sangramentos e, como conseqüência, a perda da acuidade visual.

O exame oftalmológico é a única maneira de descobrir a presença da Retinopatia Diabetica.


Qual o risco de desenvolver a alteração ocular do Diabetes?

Quase 100% dos indivíduos com DM1 irá progredir para alguma forma de retinopatia após 15 anos de doença, sendo que, destes, aproximadamente 60% irá desenvolver a forma mais grave da doença.


Como evitar a progressão da doença?

A incidência da RD é reconhecidamente relacionada ao tempo de doença e ao controle metabólico do paciente diabético, que constitui o seu principal fator de risco. Desta forma, para tentar evitar o aparecimento e a progressão da doença é imprescindível que haja um controle metabólico e pressórico estritos.


Quando o Oftalmologista deve ser procurado?

No caso do tipo 1, não há necessidade de começar os exames assim que a pessoa se descobre com diabetes, pois não possui um histórico de glicemia alta. Sendo assim, o primeiro exame oftalmológico poderá ocorrer após cinco anos de tratamento. Concluído esse período, os exames serão realizados anualmente.

Já no diabetes tipo 2, os exames serão realizados desde o momento do diagnóstico. Isso ocorre porque não é possível identificar por quanto tempo a pessoa permaneceu com altas taxas de glicemia.

Desta forma os portadores de diabetes devem marcar exames oftalmológicos com dilatação da pupila pelo menos uma vez por ano. Exames mais freqüentes podem ser necessários depois de diagnosticada a retinopatia diabética.

Recomenda-se que mulheres grávidas com diabetes marquem uma consulta no primeiro trimestre porque a retinopatia pode progredir rapidamente durante a gravidez.


O Diabetes pode alterar o grau dos óculos?

Sim, por isso é importante saber que ao procurar o oftalmologista deve lembrar-se que o nível de açúcar no sangue deve estar sobre controle regular durante alguns dias antes da consulta. Óculos que funcionam bem quando o açúcar no sangue está fora de controle, não funcionam bem quando o teor de açúcar é estável.


Como é tratada a Retinopatia Diabética?

O melhor tratamento consiste em prevenir o desenvolvimento da retinopatia o máximo que puder. O controle cuidadoso da diabetes com uma dieta adequada, uso de pílulas hipoglicemiantes, insulina ou com uma combinação destes tratamentos, que são prescritos pelo médico endocrinologista, são a principal forma de evitar a Retinopatia Diabética.

Até o momento, nenhum agente farmacológico se mostrou eficaz em prevenir, retardar ou reverter a retinopatia diabética sendo, a fotocoagulação o tratamento comprovadamente eficaz na redução da perda de visão para retinopatia diabética. É o procedimento pelo qual pequenas áreas da retina doente são cauterizadas com raio-laser na tentativa de prevenir o processo de hemorragia. O ideal é que este tratamento seja administrado no início da doença, possibilitando melhores resultados por isso é extremamente importante a consulta periódica ao oftalmologista.

A vitrectomia é um procedimento cirúrgico realizado para a retirada de grande hemorragia recorrente e de longa duração (maior que um mês); e para o tratamento do descolamento de retina tracional.

O sucesso para o tratamento da retinopatia diabética fundamenta-se na perfeita integração entre o paciente, o endocrinologista e o oftalmologista.

A perda de visão é em grande parte evitável: Se tem diabetes, é importante saber que hoje em dia, devido a melhores métodos de diagnóstico e tratamento, apenas uma pequena percentagem de pessoas que desenvolveram retinopatia têm problemas sérios de visão. A detecção precoce da retinopatia diabética constitui a melhor protecção contra a perda de visão.

A detecção precoce da RD é importantíssima para a eficácia dos tratamentos.


Dra. Juliana Freire Especialista em oftalmologia pela Universidade Federal de São Paulo, com sub-especialização em retina, tendo grande atuação em retinopatia da prematuridade e Degeneração macular senil atingindo todas as faixas etárias.


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