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13/10/2020

Região na fase Verde

Cotia, Carapicuíba e as demais cidades da Região Metropolitana avançam no Plano SP


Na sexta-feira (09), o Governador João Doria anunciou o avanço da Grande São Paulo (onde estamos inseridos), além da Baixada Santista, Campinas, Piracicaba, Sorocaba e Taubaté para a fase verde do Plano SP de flexibilização e retomada consciente da economia.

Na fase verde são liberadas atividades culturais como cinema e teatro, convenções e eventos sociais ou de negócios, desde que respeitados protocolos sanitários rígidos como venda de ingressos online, lotação reduzida e limitada, uso de máscaras e álcool gel, além de distanciamento entre os acentos etc.

Além dessa mudança, o governador também anunciou que a partir de agora a evolução da pandemia será avaliada na comparação entre as médias móveis de novos casos e mortes dos últimos 28 dias e o período epidemiológico equivalente imediatamente anterior e não mais as médias em espaços de sete dias como era antes.

Agora, mesmo nas cidades que ainda estão na fase amarela, o horário de funcionamento do atendimento presencial nos estabelecimentos comerciais passa de oito para dez horas diárias. A capacidade máxima de público, no entanto, continua mantida em 40% da lotação, com exceção das academias que continuam com limite de 30%. Nas regiões que avançaram para a fase verde, o atendimento poderá ser feito por até 12 horas diárias, com máximo de 60% da lotação para todos os setores liberados.

Aqui na região, o Raposo Shopping voltou a funcionar das 10 às 22 horas de segunda a sábado e das 11 às 22 aos domingos e feriados. Aos domingos e feriados as lojas funcionam das 14 às 20hs, mas as empresas de alimentação abrem às 11 com o shopping. Já o Shopping Granja Viana abre das 10 as 22hs, mas o horário de abertura das lojas é facultativo podem abrir entre 10 e 12 horas da manhã e fechar entre 20 e 22hs. No The Square a maioria das lojas está funcionando das 12 às 22hs. 

Para bares, restaurantes e demais estabelecimentos com consumo local de alimentos e bebidas, o atendimento presencial é permitido entre 6 e 22hs, respeitados os limites de dez horas de expediente na fase amarela e 12 na fase verde. Tanto na fase amarela como na fase verde, os estabelecimentos com funcionamento noturno não deverão funcionar após as 22hs, mas podem autorizar a permanência de clientes que já estão no local até as 23hs.

Atividades que gerem aglomeração, tais como festas, baladas, presença de torcedores em eventos esportivos e grandes shows com público em pé continuam proibidas em todos os 645 municípios de São Paulo. A liberação só deve acontecer em eventual avanço para a fase azul ou após a disponibilização de uma vacina contra o coronavírus.

Como citado em reportagem do jornal El País, o plano do governo não é uma liberação total. A Fase Verde, a quarta das cinco classificações governamentais, chamada de Abertura Parcial, ainda é mais rigorosa que a Azul, descrita como Normal Controlado.

Para que cada uma das regiões do Estado evolua de um nível para o outro, é necessário que ela preencha diversos requisitos, como a queda nos índices de ocupação de leitos de UTI pelo novo coronavírus, a quantidade disponível desses leitos para cada 100.00 habitantes e a evolução nas curvas de novos casos e óbitos.

Para repassar à Fase Azul, no entanto, as regras podem ser diferentes. José Medina, coordenador do Centro de Contingências do Coronavírus no estado, disse que as condições ainda estão sendo estudadas - mas que a existência de uma vacina pode ser estabelecida como pré-condição.

Existem especialistas, no entanto, que veem em planos parecidos como o adotado por São Paulo um modelo desastrado. Outras cidades que tentaram receitas de reabertura precoce, como Belo Horizonte e Curitiba, tiveram que voltar atrás, numa espécie de efeito ioiô – ainda que Doria insista que o Plano São Paulo seja “modestamente, um exemplo para o mundo”.

Cores à parte, a Covid-19 segue grassando em terras paulistas, ainda que o Estado, de fato, puxe a queda na curva de mortes registradas no país, como mostra o recuo no número de mortes diárias na cidade. O último boletim disponível da prefeitura, da quarta-feira, mostra 40 notificações de óbito – um número que chegou a superar a casa dos 130 em junho.

Ainda assim, em nível estadual, já são mais de 1 milhão de casos e o número de óbitos supera os 37.000 – basicamente um estádio do Pacaembu lotado. No país como um todo, as mortes já superaram os 150 mil – e isso apenas dois meses depois de baterem na fatídica marca de 100.000 vidas perdidas, no dia 08 de agosto.

Mas mesmo essa queda desenfreada parece fazer pouco para chamar a atenção da população paulistana, após quase oito meses de quarentena e restrições sociais. Nas ruas, aos poucos, as máscaras começam a dar lugar aos rostos desprotegidos. Ver bares lotados fora do horário estabelecido deixou de ser algo incomum. Calçadas superlotadas de pedestres, consumidores e transeuntes voltaram a fazer parte da cena urbana, como antes. Essa espécie de quarentena ao avesso começou a ganhar corpo principalmente após o feriado de 7 de Setembro, o dia da Independência do Brasil, quando houve uma superlotação de praias, bares e parques. É como se a população tivesse decidido declarar a sua própria independência da quarentena. Com cenas tão presentes na memória recente como a falta de vagas para os mortos no cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste, faz sentido questionar se esse caminho é o mais sensato.

A possibilidade de uma segunda onda preocupa São Paulo. Chama a atenção que, ainda durante o anúncio da passagem para a Fase Verde, o próprio Doria tenha comentado que “o verão na Europa deixou uma lição para o mundo. O descuido com o uso de máscaras e as aglomerações criaram uma segunda onda de infecção. Que sirva de lição para o Brasil”, disse, antes de fazer um alerta enfático sobre os riscos presentes no último feriado de 12 de outubro, na segunda-feira seguinte à declaração: “O vírus não escolhe vítima nem idade, sem sexo nem condição socioeconômica. Pense nas pessoas que você perdeu ao longo desses oito meses antes de tomar atitudes equivocadas”.


Fontes: Portal do Governo do Estado de São Paulo e jornal El País


 

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