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11/03/2019

Refeições mais caras

Ìndice CEAGESP registra alta de 7,75% em fevereiro


Reparou na alta dos preços do feijão, da batata, da abobrinha, do chuchu, do alface e da couve? O Índice de preços da CEAGESP encerrou o mês de fevereiro com forte elevação. Influenciado principalmente pelas altas de legumes e verduras. No último mês o indicador subiu 7,75%. No acumulado dos últimos 12 meses, a elevação é de 16,64%.

Além do aumento acentuado dos preços praticados e da diminuição da quantidade ofertada, os produtores rurais e atacadistas da CEAGESP não estão conseguindo oferecer produtos com a qualidade habitualmente encontrada, notadamente nos setores de legumes e verduras, principalmente as folhosas.

No comparativo janeiro "versus" fevereiro, houve queda de 9,5% no volume ofertado. Esta queda, porém, é muito mais acentuada nos produtos com melhor classificação. Em alguns casos, como nas folhosas e em boa parte dos legumes mais sensíveis, é praticamente impossível adquirir produtos da classificação "A".

Historicamente, o primeiro trimestre registra preços mais elevados em razão das condições climáticas adversas da estação. Em 2019, porém, o quadro foi agravado pelas temperaturas extremamente elevadas e chuvas excessivas e prolongadas em praticamente todas as regiões do país.

Desta forma, consumidores terão muitas dificuldades em promover um abastecimento diversificado e com produtos de qualidade neste mês de março. Somente em meados de abril, com condições climáticas dentro de patamares aceitáveis, é que a situação deve se normalizar.

Em fevereiro, o setor de frutas subiu 3,06%. As principais altas foram nos preços do maracujá doce (70,8%), do morango (33,2%), da manga tommy (29,6%), do melão amarelo (27,4%) e da laranja pera (20,5%). As principais baixas ocorreram com a pera willians (-17,2%), a atemoia (-15,4%), o abacate geada (-13,2%), a carambola (-10,5%) e o kiwi estrangeiro (-10%).  

O setor de legumes registrou elevação de 16%. As principais altas ocorreram com a abobrinha italiana (73,7%), o chuchu (47,1%), abobrinha brasileira (40,4%), o quiabo (40,1%) e pepino comum (30,5%). Não houve quedas significativas no setor.  

O setor de verduras apresentou forte elevação de 42,72%. As principais altas foram da salsa (87,3%), da couve (84,9%), da alface crespa (83%), da escarola (81,5%) e da alface lisa (72,7%). Não houve quedas significativas no setor.

 O setor de diversos apresentou elevação de 17,87%. As principais altas ficaram por conta do alho argentino (30,7%), dos ovos vermelhos (28,7%), dos ovos brancos (26,4%), da batata comum (25,6%) e batata lisa (21,9%). Não houve quedas significativas no setor.

O setor de pescados teve queda de 3,51%. As principais baixas foram da sardinha (-35,4%), do atum (-17,4%), do namorado (-12,3%), da betarra (-11%) ne da pescada maria mole (-10,9%). Não houve elevações significativas no setor.

Neste primeiro bimestre de 2019, o volume comercializado no entreposto de São Paulo totalizou 520.512 toneladas ante 533.051 toneladas negociadas no mesmo período de 2018. Queda de 2,35%. Em janeiro de 2019 foram comercializadas 273.246 ante 247.266 negociadas em fevereiro. Redução de 9,5%.


Índice CEAGESP

Primeiro balizador de preços de alimentos frescos no mercado, o Índice CEAGESP é um indicador de variação de preços no atacado de Frutas, Legumes, Verduras, Pescado e Diversos. Divulgados mensalmente, os 150 itens da cesta foram escolhidos pela importância dentro de cada setor e ponderados de acordo com a sua representatividade. O Índice foi lançado em 2009 pela CEAGESP, que é referência nacional em abastecimento.

Feijão-carioca

No caso do feijão, a alta dos preços tem relação com a queda da safra em relação ao ano passado. Esse ano o país deve colher 2,929 milhões de toneladas de feijão, uma queda de 1,5% em relação a produção de 2018, segundo os dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de janeiro, divulgados nesta terça-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O feijão-carioca foi um dos principais responsáveis pela alta de a,32% no IPCA (Inflação oficial, medida pelo IBGE em janeiro. No primeiro mês do ano, o produto teve alta de 18,35? na comparação com dezembro de 2018. Pelo ìndice de Custo de Vida do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), só na capital paulistas, o aumento médio do produto foi de 28,71% no primeiro mês do ano e de 32,06% no acumulado dos 12 meses.



 

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