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07/01/2010

Cotia terá primeira

A partir de fevereiro a Casa de Cultura Indígena oferecerá aulas de Guarany e será um dos 300 pontos de cultura do Brasil, projeto criado por meio de parceria entre os governos Federal e Estadual que beneficiará 300 instituições em todo o Brasil.


A partir de fevereiro a Casa de Cultura Indígena oferecerá aulas de Guarany e será um dos 300 pontos de cultura do Brasil, projeto criado por meio de parceria entre os governos Federal e Estadual que beneficiará 300 instituições em todo o Brasil.

No total, mais de 1200 instituições de 250 cidades, inscreveram projetos e o único projeto indígena selecionado foi a Casa de Cultura, da Associação Cariri, em Cotia.

A Casa de Cultura Indígena é um projeto da Associação Indígena Cariri, presidida por Rosemeire de Araújo, também conhecida como Rose Cariri, da tribo Cariri de Sergipe, mas que mora em Cotia há mais de 10 anos junto com outros Cariris, na região do Atalaia. Uma das iniciativas da Casa é justamente ensinar Guarany a interessados em aprender uma língua indígena.

Localizada no Parque Curupira, no Jardim Lina, onde atualmente está o viveiro de mudas da Prefeitura, a Casa de Cultura Indígena será um espaço cultural em réplica de uma aldeia indígena. No local terá ainda um museu, uma biblioteca e uma brinquedoteca, tudo com foco para a cultura indígena e será aberto a toda a comunidade de professores, estudantes e interessados no tema poderão adquirir conhecimento de forma interativa. E como nem só de oca, arco e flecha vivem os indígenas dos novos tempos, o local também será dotado de novas tecnologias como computadores com acesso a Internet, televisores e outros equipamentos.

Segundo o Cotiatododia, em entrevista com Rose Cariri, o espaço deve ser uma referência regional para a cultura indígena. Muito mais que apenas mostrar a história dos primeiros povos que ocuparam as terras brasileiras, ela quer sobretudo, resgatar a memória e a identidade dos indígenas locais que hoje não têm organização ou qualquer órgão oficial que os represente. Para esta comunidade específica poder lutar com mais propriedade por seus direitos, profissionais deverão orientá-los sobre os direitos indígenas.

Fonte: Cotiatododia


 

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