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07/01/2010

Amigos heróis

Nesta semana, os jornais noticiaram o caso de uma cadela de apenas 18 meses da raça Labrador que salvou seu dono, um menino de 11 anos, de ser atacado por um puma, no Canadá.


Nesta semana, os jornais noticiaram o caso de uma cadela de apenas 18 meses da raça Labrador que salvou seu dono, um menino de 11 anos, de ser atacado por um puma, no Canadá. Esses acontecimentos são muito mais comuns do que se possa imaginar. Só que raramente são noticiados. Além de amigos, divertidos e companheiros e de viverem nos ensinando coisas importantes, os animais de estimação podem se tornar heróis, seja por instinto de proteção ou, simplesmente, por amor ao seu dono. Há relatos sobre certos acontecimentos com cães e gatos que surpreendem e emocionam. Se você tiver algo para contar, fique à vontade, nos envie pelo e-mail angela@granjaviana.com.br para que publiquemos. Se preferir, iremos até você para que nos dê um depoimento.

Então, para começar, vou contar algo que aconteceu comigo.

Alma penada?
Dizem que os gatos são muito mais sensitivos que os cães. E eu pude comprovar isso. Em 1990, eu e minha família nos mudamos da Granja para um sítio em Botucatu, interior de São Paulo. Como sempre amei animais, nossa mudança foi hilária: além dos três filhos, foram conosco cinco cavalos, 10 cães, quatro gatos, galinhas, patos, papagaio, periquito, etc. O sítio era um verdadeiro paraíso. Nos 10 alqueires tinha dois rios, um pomar variado e pasto verdinho... Enfim, o lugar que todo animal gostaria de viver. Todos? Menos Jean Pierre Currinhaux, meu gatão preto, ex-astro de comerciais, que o treinador Gilberto Miranda havia me dado.

Desde que chegamos lá, o Curri (como era chamado), se recusava a entrar na casa. E se alguém o colocasse pra dentro ele fazia aqueles "fluxos" que os gatos costumam fazer quando estão bravos ou assustados e se mandava. Em resumo, durante um ano, o tempo que ficamos lá, o gato ficou morando no curral com a Mônica, nossa vaca Jersey. Ou melhor, a não ser durante 20 dias. Explico: eu fiquei doente e nenhum médico descobria o problema. Tinha febre e uma dor horrorosa no corpo. Levantava da cama de manhã e deitava no sofá, para à noite ir pra cama novamente. Pois bem, durante este período, Jean Pierre não só entrou na casa, como passou os 20 dias ao meu lado. Assim que fiquei boa, ele se mandou novamente.

Após um ano como sitiantes, joguei a toalha. Nada dava certo naquele lugar. E o pior: descobri que ali houvera um assassinato durante a construção da casa. Durante uma briga a mulher do pedreiro matou o marido. Ali! Lá mesmo! Na minha casa! Ah! Não tive dúvidas. Assim como o meu gato, me mandei imediatamente de mala e cuia. Voltei pra Granja, onde estou até hoje. Devo ressaltar que não sou medrosa e que nem me impressiono fácil. Mas, juntando tudo em um caldeirão... Só posso concluir: meu gato pressentiu (ou viu!) algo e procurou me proteger. Vocês não acreditam? Yo no creo en las bruxas pero que las hai, las ai..

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Mande sua história para angela@granjaviana.com.br


Angela Miranda
Jornalista, Geógrafa e moradora da Granja Viana há mais de 20 anos.

angela@granjaviana.com.br








 

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