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22/10/2009

A famosa "farmacinha"

Por Ana BartmannÉ muito comum abrirmos aquela caixa de medicamentos que temos em casa, a famosa "farmacinha", e, justo naquela hora em que se precisa daquele remédio, descobrir que ele está vencido.


Por Ana Bartmann


É muito comum abrirmos aquela caixa de medicamentos que temos em casa, a famosa "farmacinha", e, justo naquela hora em que se precisa daquele remédio, descobrir que ele está vencido.

Uma dica legal, para evitar que isso aconteça, é fazer uma revisão periódica da caixinha e separar aqueles que estão perto do prazo de validade se esgotar. Para os mais metódicos vale até uma relação por escrito controlando, mês a mês, os prazos de validade de cada um dos medicamentos, para retirar de circulação aqueles que estão para vencer. Não importa o método, sim o controle.

Outra dica é adquirir a quantidade certa de medicamento de que se precisa. É a proposta do "Dose Certa", programa do Governo do Estado de São Paulo que visa estimular o consumidor a adquirir somente o medicamento a ser consumido e na quantidade necessária. Talvez seja contramão, visto que, para se ter acesso à facilidade, é necessário passar antes pelo serviço público de saúde e, após, em um desses postos de distribuição. Mas vale a pena saber que ele existe e, quem sabe em um dia desses, fazer uma experiência.

Mas o que fazer com medicamentos que estão para vencer, ou pior, aqueles que já estão vencidos?

Para obter essa informação, que aparentemente deveria ser simples, foram consultados a ANVISA (site), a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo e do Município de Cotia (telefone), e os laboratórios Bristol-Myers Squibb, Glaxo, Johnson & Johnson Merck e Novartis (e-mail). Além disso, foram feitas diversas pesquisas livres na internet sobre o tema.

De todas as consultas realizadas, quem retornou com respostas objetivas, até o fechamento desta matéria, foram a Secretaria do Estado de São Paulo, Secretaria do Município de Cotia, e o Laboratório Bristol-Myers Squibb.


Resposta do Laboratório

"O SAC retira qualquer produto da BMS que esteja vencido e o envia para incineração. Para isto, basta o consumidor entrar em contato com o SAC no telefone 0800 7276160 ou sac.brz@bms.com"
A farmacêutica Mirim Gonçalves, pessoa indicada pelo secretário da saúde do município de Cotia, Sr. Claudio Saraiva, para falar sobre o assunto orientou que os medicamentos vencidos devem ser entregues aos farmacêuticos dos postos de saúde do município. Eles serão recolhidos por empresa contratada pela prefeitura para retirar lixo hospitalar e daí incinerados.

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, por meio de sua assessoria, informou que a orientação para descartar medicamentos vencidos é utilizar o lixo comum. Aquilo que for sólido será descartado da embalagem original.

Parece uma orientação meio surpreendente, mas, ainda segundo a assessoria, os aterros sanitários ainda estão "melhor preparados" e, em termos de normalização, diminuem os impactos gerados ao meio ambiente.

Colocar o líquido no vaso sanitário, prática de muita gente, também é desaconselhado por causa da contaminação da água.

E os medicamentos que estão para vencer? Pode doar para entidades, como por exemplo a Associação Social Santo Antônio (ASSA)?

Também não. Segundo a mesma fonte, centros de saúde ou qualquer outra instituição de serviço de saúde não deveriam aceitar medicamentos mesmo que estejam dentro da validade estipulada. A justificativa seria a incerteza quanto às reais condições de armazenamento e conservação nos domicílios, que poderiam adulterar as propriedades terapêuticas do medicamento.

Muita gente, no entanto acha um absurdo jogar fora um medicamento, na maioria das vezes, caro no lixo, quando há outras pessoas precisando e acaba optando pela doação.

Surpreende que já existam no Brasil tantas ações para a reciclagem (plástico, vidro e alumínio) e que faltem orientações sobre o descarte de medicamentos e além de não haver nenhuma lei que regulamente o assunto.

Segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo a ANVISA por enquanto estuda políticas sobre o tema, mas por enquanto são só estudos, estudos.








 

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