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Planeta Eu

16/10/2013

Nem amos, nem escravos!


Outro dia um amigo estava desesperado e contava para mim seus problemas. Fechei os olhos por um segundo e “vi” dentro dele uma gosma preta, como um piche, uma figura quase humana, mas bem distorcida e um pensamento atravessou minha mente: “será que somos só corpos habitados por coisas assim?” 

Mais tarde meu amigo se descontraiu com a presença de outros amigos, voltou a ter sua leveza habitual e isso fez com que sumisse a sensação de que ele era habitado por uma gosma! E aí me lembrei da expressão “corpo de dor” que é descrito no livro “O despertar da nova consciência” de Eckhart Tolle, autor também do “Poder do Agora”.

Numa aula que tive em seguida o professor falava, coincidentemente, também do corpo de dor. Ele dizia que, como todo ser vivo do planeta, esse corpo tem instinto de sobrevivência e precisa se alimentar. “Como uns Aliens que nos habitam!” Ele brincou. O que comem? Culpa, raiva, sofrimento, ressentimento ... e para isso precisam de corpos de dor parceiros que ajudem a criar uma briga, por exemplo.

Meu corpo de dor gosta de culpa, inadequação, muito chocolate e uns refrigerantes! Agora quando ele aparece eu ouço o que ele diz e descubro assim um pouco mais sobre como me estruturei. Como acredito que a consciência é transformadora, imagino que solto um pouco mais minhas âncoras nesse observar.

Se não há só o corpo de dor o que há a mais? A essência, ele diz. Para lembrar dela, ele recomenda, olhar para o céu noturno e ver tão amplo.

Meu professor falou também que os pensamentos repetitivos vão criando densidade, formas - pensamento, são parte do corpo de dor. Tenho prestado muita atenção no meu pensamento e ele muitas e muitas vezes está mesmo no passado ou no futuro. Um estímulo qualquer e viajo em segundos. Não há como deter o pensamento. Ele pensa todo o tempo... mas dá para conhecê-lo e ampliar muito o espaço em volta dele... o espaço onde há muito mais do que vejo nos meus olhos cotidianos.

Uma amiga querida contou dos Essênios, que eram serem muito puros e que não saiam da sua comunidade. Jesus vivia com eles e não acatava esse procedimento de não se misturar com os outros. Nas suas andanças, ele então notou que os demônios não entravam na comunidade por causa da luz dos Essênios, e por isso não se diluíam tanto e ficavam atormentando demais as pessoas em outros lugares. Assim Jesus concluiu que não se pode banir os demônios. Nem o corpo de dor, diz meu professor. Faz parte da brincadeira. O verso e o reverso! Mas também não é bom dar muita corda! Senão o bichinho toma conta, viramos escravos dele, e a vida vira o tal do Inferno!

Em tempo: Não achei confirmação dessa história sobre Jesus, e a amiga está longe para me dizer as fontes. De qualquer maneira é uma bela imagem. Na pesquisa encontrei dados interessantes sobre os Essênios. Por exemplo: não tinham amos nem escravos, eram vegetarianos, vestiam-se sempre de branco, acreditavam em milagres feitos pelas mãos, aboliam a propriedade privada, as mulheres eram consideradas iguais aos homens... turminha interessante!

Foto Ligia Vargas!


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Jany

Escritora e Focalizadora de Dança Circular no UlaBiná.

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