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Planeta Eu

18/06/2012

Infinito Particular


Estava guiando na estrada nossa de todo dia, quando uma emoção despontou no meu peito: um desapontamento causado por uma decepção!

Logo um esboço de pensamento confirmou uma sensação muito antiga de ter me sentido assim muitas vezes lá no meu começo de tudo. Rapidamente esse esboço foi ficando mais nítido e me pegando pelas mãos foi me levando, quando me vi estava chorando.

Em seguida um pensamento mais forte e bem estruturado me garantiu que nunca mesmo eu ia viver uma relação sem desapontamento. Era uma crença bem estabelecida que eu reecontrava. O choro ficou mais forte.

Aí eu me lembrei: “Ei, são só pensamentos! Não está acontecendo nada de verdade agora!” Ao me lembrar disso parei de chorar. Tinha se dissipado o que me fazia triste.

Claro que o desapontamento era real, estava em mim e era uma resposta a algo que tinha acontecido, mas eu o usei para puxar uma sensação de isolamento e falta de confiança lá do passado que nada tinha a ver com o presente e que me turvava os olhos com lágrimas e deixava o coração aflito.

Desse jeito eu me afastava do que estava acontecendo no Sr Aqui e Agora. Minha avaliação e resposta eficiente ao presente ficavam assim comprometidas.

Nessa toada eu estava transformando o pobre homem que me desapontou exercendo sua humana imperfeição num crápula, cafajeste e isso ou aquilo! Ele virava assim o burro de carga que carregava quilos do meu sofrimento que, suponho, adquiri quando ainda não tinha capacidade de elaboração.

Enfim... Ando gostando de conhecer os caminhos que os acontecimentos fazem em mim. Gosto de deixar a mente quietinha e aí notar quando nasce um pensamento... ver onde o danadinho está me levando e também perceber as emoções chegando no peito, vindas lá de dentro, do meu baú de confusões.

Quando elas estão fortes: medo, raiva, ciúmes... paro de tentar fugir delas como sempre fiz. Fico com o desconforto. Ouço o que elas estão dizendo através do pensamento e assim vou conhecendo o sistema de crenças que me estrutura, a lente que tenho invisível na frente dos olhos, meu “infinito particular” como canta Marisa Monte.

Percebo como estas emoções me abandonam depois de me possuírem... reparo como tentam voltar através de mais pensamentos. Delícia! Juro!


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Jany

Escritora e Focalizadora de Dança Circular no UlaBiná.

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