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Paia...Assada Voltar

05/10/2006

Balada Negra*


Autor: Vinicius de Moraes

O cavalo pôs-se esperto, como um cavalo de fato, trotando de
Rédea curta pela úmida picada.
Ah...que dolente, naquela aurora raiada. Meu pai
Montado na frente, e eu na garupa enganchado.
Apertei-o fortemente cheio de amor e cansaço, enquanto o
Bosque se abria, sobre o luxuoso vale.
E assim fui-me ao sono, certo de que meu pai estava perto.
E a manhã se anunciava.
Hoje que conheço, a aurora, e sei onde caminhar.
Hoje sem medo de treva, sem medo de não me achar.
Hoje que morto meu pai, não tenho em que me apoiar...
Ah...quantas vezes com ele vou no túmulo deitar.
E ficamos cara-a-cara na mais doce intimidade, certos que a
Morte não leva: certo de que toda treva...tem a sua madrugada.

*Poemas selecionados e declamados por Rolando Boldrin no programa Sr. Brasil.


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