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14/12/2006

Infindável Desperdício


Nossa sociedade está toda baseada no desperdício e na incoerência. É o círculo vicioso produzido por um sistema político e econômico que em última análise é meramente destruidor.

Retornamos sempre a perguntas primordiais. Quem somos? O que somos? Temos alguma função? De qualquer maneira, sempre me indaguei e/ou procurei entender. Até agora, sem sucesso.

Acredito, porém, que sabemos pouco e compreendemos menos ainda. Se forem verdadeiras as previsões de um futuro sombrio para nossa espécie, com mudanças climáticas dramáticas, esgotamento de recursos naturais e renováveis, diminuição acentuada de diversidade das espécies vegetais, animais e minerais, nossa atitude como raça beira a insanidade. Continuamos a agir como se estivéssemos acima da natureza e não como parte dela.

A quem interessa essa já grande explosão demográfica? Mandatários insanos continuam a basear o progresso da raça humana em guerras, doenças, pavor e injustiça.

A verdade é que esses mandatários são meros fantoches de um sistema sem contornos definidos e que se auto-sustenta em cima de um acentuado condicionamento dos povos.

Voltando ao desperdício, vejamos um ícone do mundo moderno: o automóvel, objeto constituído de muitas partes e muitos materiais, cuja função é nos transportar com segurança, rapidez e conforto. Esta é uma das coisas boas.

Por que um automóvel deve durar tão pouco? Eles poderiam ser construídos para durar 20 anos em condições normais de uso, com as mesmas tecnologias. Mas não! Duram pouco, mesmo os mais prestigiados. Os pneus, a mesma coisa. O combustível, idem. E por aí vai. Tudo de altíssimo impacto ambiental. Mas, contra essa argumentação eu ouvi o seguinte: haveria menos empregos e menos negócios. Quando se projeta esse raciocínio para lâmpadas, eletrodomésticos, máquinas operadoras e outras dezenas, talvez centenas de itens que fazem parte de nossa assim dita vida moderna, pode-se vislumbrar o volume do desperdício. As coisas são projetadas para durar pouco. Grandes presidentes de corporações são adorados por isso. Outros tipos de presidente também.

Quanto aos empregos, é surpreendente o que a automação fez por eles. Reduziu-os drasticamente. Essa, sim, é uma conseqüência natural dos avanços.

O tema é vasto, polêmico e esbarra exatamente no cerne do atual sistema autoritário mundial que se resume no controle do conhecimento e na formatação baseada em massas bem “marketeadas”. É importante que se pense mais sobre isso. Nossa evolução como raça talvez dependa de como podemos mudar essa maneira autodestrutiva de viver.

No fim, parece faz-de-conta, um jogo de poder violento e injusto, como se o planeta em que vivemos fosse eterno. A insensatez precisa acabar.

Por outro lado, é possível pensar que o sistema solar entre em colapso em alguns milhares de anos. A vida humana é curta e até agora só sabemos de uma duração e de repente estamos aqui para pegar tudo o que pudermos, explorar todas as espécies, destruir tudo, achando que se pode reconstruir depois, sem esquecer de trocar o carro a cada dois anos e pagar todas as contas em dia. SERIA BOM QUE HOUVESSE PELO MENOS UM POUCO DE DIGNIDADE.


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