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Minha Vida Animal

03/08/2020

Treinando cães


Cães são animais super companheiros, membros honorários do núcleo familiar. Hoje, mais que nunca! Necessitam, claro, dos cuidados básicos de alimentação e saúde, mas ser um tutor consciente vai bem além disso. Eles também precisam de atenção, carinho e meios para gastar energia - muitas vezes, aprontando algo que não é permitido, deixando os donos de cabelos em pé!

Se as travessuras são recorrentes, a boa convivência dos humanos com o cão acaba sendo prejudicada. O adestramento serve justamente para auxiliar as duas partes a se relacionarem melhor, sanando esses problemas comportamentais caninos e conduzindo o tutor a uma abordagem eficiente com seu amigão. 

Se você tem um cão adulto ou até mesmo idoso e desanima quando pensa em  mudar o comportamento dele, em treiná-lo, pois acha que ele nunca irá aprender truques novos ou obedecê-lo... você está enganado! Cães adultos têm vícios e manias de comportamento, mas isso não quer dizer que um filhote ou cão jovem não tenha suas manias também. Ou seja, de qualquer forma vamos ter de encarar a resistência do cão em mudar. Alguns cães (e raças) são mais resistentes à mudança, mas com persistência e carinho o adestramento pode superar suas expectativas e dar resultados concretos no comportamento canino. 

Você está totalmente comprometido com a mudança? Adestrar implica em mudar a dinâmica da sua família com o animal e todos devem estar envolvidos para haver constância nas atitudes e, assim, o cão compreenderá mais rápido como agir corretamente. Na prática, um comportamento vira hábito depois de muita repetição, então cães mais velhos já repetiram mais vezes aqueles comportamentos que precisamos modificar, e se for um vício ou mania, provavelmente demore mais ainda aprender nova conduta. Isso é bastante normal para os profissionais em comportamento canino, mas difícil para os donos driblarem a ansiedade e às vezes se frustram com a morosidade do resultado. E decepcionados, acabam parando os treinos.

Pergunta-se muito sobre o "prazo" para uma mudança de comportamento, mas no adestramento não conseguimos fazer uma previsão precisa, pois varia de cão para cão, de raça para raça, conforme o histórico comportamental, saúde, dinâmica familiar, frequência de treinos, comprometimento no dia a dia etc.

Vale muito a pena persistir nos treinos de adestramento, já que, como dissemos, os animais aprendem pela repetição e associação. Então, nos treinos, tenha sempre em mãos um petisco que o cão goste muito, ou a própria ração e não se esqueça que até mesmo seu carinho e atenção podem ser usados para parabenizá-lo quando demonstrar comportamentos corretos. 

Com petisco, amor e muita insistência podemos alcançar nosso objetivos, mas vale lembrar que há um limite de treino diário. Se seu cão está demonstrando sinais de fadiga como bocejar, arfar demais ou deitar e não querer continuar, respeite-o, principalmente se nosso pet tem a idade mais avançada. O cão mostra seu limite e por isso fique atento, mas em média os treinos levam de 5 a 10 minutos diários com cada animal. 

Alguns comportamentos podem ser maus hábitos "inofensivos", mas outros podem ter uma raiz mais complicada por trás, indicando algum problema mais grave. Priorizando sempre seu bem estar (observando seu comportamento e levando regularmente ao veterinário), recorrer a um profissional em comportamento canino pode auxiliar a diagnosticar a fonte do problema e atingir o resultado de uma mudança verdadeira e permanente no comportamento do cão.


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Alice Manochio

Alice é adestradora de cães e trabalha com muito amor na Bicho de Boa. Foi granjeira por 17 anos até ingressar na faculdade e se mudar para o interior do estado. Hoje, além adestradora, Alice é gestora ambiental.
instagram/bichodeboa

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