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21/09/2017

No Olho do Furacão - Apenas o Essencial


Dias atrás, quando o furacão Irma chegou à Flórida, milhares de pessoas foram orientadas a evacuar suas casas e fugir para longe do desastre iminente. Imagine o quanto deve ser difícil deixar para trás tudo o que se tem, sem saber se um dia terá de volta, não só seus pertences, mas toda uma vida.

Diante dessa situação tão inusitada de abandono forçado, de fuga pela sobrevivência,a angústia em decidir de uma hora para outra o que levar na pequena bagagem, como eleger apenas o essencial, o que cabe no carro -as pessoas com quem habito, minha família, meus amores. Os pets! Bolsa, documentos, cartões, dinheiro, celular, notebook. Uma ou outra roupa, que sirva em qualquer estação. Necessaire, remedinhos, água, alguns comestíveis. Um santinho, um amuleto, quem sabe. Fotos! Aquelas milhares em papel que não vou conseguir carregar... A caminho do destino estranho, ir lembrando de tudo o que ficou para trás e que queria ter levado, como acontece em qualquer viagem.

Apenas o essencial não é uma pequena questão – é a maior e melhor de todas. É avaliar o que realmente importa, o que é indispensável para que a vida, se necessário, se restabeleça em outro lugar, com esse mínimo que eu defini como essencial. Pessoas e coisas. O backup da minha história. As sementes. Os frutos. Todos preciosos. Sem falar na santa tecnologia, que armazena grande parte do meu eu digital.

E o resto? Reconhecer a importância do que levamos, de certa forma mostra a desimportância do que deixamos. O quanto acumulamos coisas que nem lembramos que existem e sabe-se lá porque estão guardadas. Como nos apegamos a coisas que não fazem mais sentido e que podemos muito bem passar sem. Como nossa casa vai ficando pesada e cheia, atravancada de inutensílios. Objetos esquecidos, roupas que não servem mais, papelada arquivada a toa, remédios vencidos, quem não tem? Claro que no meio de tudo isso há muita coisa gostosa, que garante o aconchego e o conforto da casa. Mas será que não vale a pena de vez em quando fazer essa reflexão sobre o que realmente nos é fundamental e esvaziar a casa do que não serve mais? Será que a vida não ficaria mais leve, mais simples, mais arejada? A velha máxima “desta vida nada se leva”, em minha opinião não procede. Levamos sim. No coração, na malinha, no laptop.  Nem que seja – e por que não? – apenas o essencial.


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Maluh Duprat

Maluh Duprat é psicóloga clínica, orientadora vocacional e membro do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática (NPPI), da PUC/SP.

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