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17/09/2013

Home Office parte 1


 Muito se tem discutido sobre mobilidade. O tempo que os profissionais levam de casa ao trabalho, o estresse provocado pelo trânsito, os atrasos ao trabalho e o risco porque com as ruas e avenidas paradas, os motoristas e passageiros ficam vulneráveis a furtos e assaltos.

Vias congestionadas param mais do que o trânsito. Impactam na velocidade das empresas também. Afinal o funcionário chega atrasado, cansado e estressado, bem como o fornecedor e também a equipe de vendas que não consegue realizar tantas visitas quanto gostaria.
Ouve-se de tudo como solução. Mais vias, mais ônibus, pedágio urbano e no caso das empresas, muitas dão preferência para contratar funcionários que morem perto de suas unidades. Uma solução barata com boa relação custo/benefício – desde que bem planejada - ainda é pouco discutida dentro das empresas. Apenas as mais vanguardistas começam a viabilizar o home office, ou seja, o trabalho à distância, em casa.

Válido para boa parte das áreas administrativas, mesmo que apenas alguns dias por semana, fornecer estrutura para o funcionário trabalhar em casa traz diversas vantagens. E necessita de alguns cuidados. Lembrando que essa prática, mesmo limitada a algumas áreas da empresa pode trazer impactos no lucro e em toda a cidade. O assunto é longo, por isso, decidi dividi-lo em três partes: o profissional, a empresa e a família. Por ser uma prática nova, todos precisam passar por um processo educativo. Afinal, não é apenas mudar de lugar, é mudar de cultura, é trazer um novo conceito de vida.

Disciplina e rotina

A começar pelo profissional. Independentemente se autônomo ou ligado a uma empresa, a regra número 1 é disciplina. Trabalhar em casa não significa tirar o dia de folga ou trabalhar quando quer. Disciplina está diretamente ligada à rotina. Se você é autônomo, seus clientes provavelmente funcionem em horário comercial. Se você é funcionário, precisa estar em atividade e conectado no mesmo horário de seus colegas.

Por isso, no máximo, até às 9h é preciso estar com o computador ligado e disponível para o telefone. E pronto para sair de casa se precisar. Isso mesmo, trabalhar em casa não é trabalhar na cama. E de pijama ficamos apenas na cama. O ideal, até para ajudar a criar a nova rotina, é colocar uma roupa que você usaria se estivesse no escritório. Não é preciso exagerar. O paletó, o salto alto e a maquiagem caprichada podem ficar para depois, mas a roupa é fundamental. Além de ajudar a dizer para a sua mente que você está trabalhando, em uma eventual necessidade de reunião externa, em, no máximo, dez ou 15 minutos você precisa estar pronto para sair de casa.

O ideal para o home office é que um aposento da casa seja dedicado a ele. Assim você entra, fecha a porta e se desliga totalmente da empregada passando aspirador, das crianças brincando e dos latidos do cachorro. Se não for possível um cômodo exclusivo, procure usá-lo somente você durante o horário de trabalho.

Em caso de funcionários, o investimento em rede e equipamentos deve ser da empresa. E ser usado apenas para assuntos da empresa. Nem pensar em colocar os filhos para jogar videogame no computador do seu trabalho. Se sua casa se tornou uma extensão do escritório, então a empresa em que você trabalha deve ser a responsável por fornecer a infraestrutura.
Parar para almoçar é fundamental. Nada de colocar o prato na frente do computador. Afinal, no escritório oficial você não faria isso. Trabalhar em casa pode ser bem mais saudável. Ao acordar no mesmo horário em que iria para o escritório, o profissional pode usar o tempo até então dedicado ao trânsito para academia ou um curso on line.

Há vantagens e riscos em se trabalhar em casa, principalmente quem o faz vários dias por semana. Um deles é o de se isolar, de transformar a networking em atividade virtual. Daí novamente a disciplina para participar de encontros, eventos dentro e fora da empresa.
O outro é nunca fechar o escritório, não estabelecer limites e com isso acabar disponível 24 horas por dia. Esse limite deve ficar muito claro entre profissional e empresa ou clientes. O fato de o escritório ficar em casa não quer dizer que o profissional more dentro dele.


Na próxima quinzena vamos falar sobre as vantagens e os riscos que a empresa corre ao ter funcionários trabalhando em casa e como minimizar esses riscos. Na parte três encerrarei falando sobre o envolvimento da família em todo esse processo.


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