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23/07/2014

Mudar de emprego


Nos meus tempos da faculdade de Geografia, o termo “fuga geográfica” parecia redundante. Afinal, quando “fugimos”, saímos de algum lugar que nos aprisiona em direção a outro – lugar - em que teremos liberdade. Simples assim? Depende.

Quando falamos em vida e carreira, há diversos outros elementos relevantes nessa equação. Quem nunca se sentiu angustiado, “preso”, “massacrado” em um emprego ou relacionamento e viu como única solução deixar aquela situação e entrar em outra logo em seguida? 

A solução se resumiria apenas na mudança de lugar ou de pessoa. Vem emprego novo, surge um novo relacionamento. Ambos têm “tudo para dar certo”. Tratamos logo de dizer para a família e para os amigos: “agora vai!”, ou então “este é bem melhor”.

Em pouco tempo, o novo fica ruim 

Passam-se algumas semanas ou até meses e o novo se torna igual ao antigo, ou até um pouco pior. E pelos mesmos motivos. Esses podem ser sinais da chamada “fuga geográfica”, em que buscamos uma situação nova, mas mantemos os hábitos e o comportamento da situação antiga. O quanto a mudança apenas de ambiente consegue nos levar de um cenário ruim a outro totalmente positivo? Não há dúvidas de que, em muitos casos, é necessário deixar o antigo para trás, seja emprego ou relacionamento. A pergunta é: até que ponto essa única atitude é suficiente para solucionar o problema? Se fosse, por que tantas e tantas vezes caímos em uma armadilha igualzinha à anterior?

São dois pontos importantes a considerar. O primeiro deles é: o quanto a ânsia de sair de onde estamos deixa a nossa visão turva aos sinais de que a oferta que estamos recebendo tem diversos pontos negativos em comum com a nossa situação atual? Ou seja, tem tudo para “não dar certo”. O outro é: o quanto, além de mudar de lugar ou de relacionamento, estamos dispostos a rever o nosso comportamento na nova situação? Uma análise realista, sem desculpas.

Os sinais estão ao redor

As pessoas, os locais e as situações, tanto no campo profissional quanto pessoal, costumam dar sinais do que são e do que nos aguarda. Os ignoramos naquele desejo interno movido pela insatisfação atual. Afinal, queremos, torcemos para que o novo dê certo, e deixamos esses sinais de lado ou os consideramos irrelevantes.

Que tal começarmos focar mais na atenção do que no desejo diante da nova proposta? Vamos ampliar a visão e notar elementos como: falta de coerência entre palavras e atitudes; perder o medo de perguntar; notar quando as respostas são “escorregadias” ou desviadas para outro assunto; perceber se o ambiente – mesmo físico - está de acordo com o que a empresa propaga de si mesma e principalmente: ouvir o que nos é dito e não apenas o que queremos que nos seja dito. Vamos tratar deste tema com mais profundidade futuramente.
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Nossos sinais também são claros

A não ser que você tenha nascido no interior do Sudão em plena guerra ou em alguma situação semelhante, tendo a não acreditar em vítimas completas. Principalmente quando estamos falando da classe média de uma grande cidade. Se aquele emprego ou relacionamento é tão ruim, qual o seu percentual de responsabilidade?

Se você respondeu nenhuma, sugiro repensar. Quando estamos prestes a entrar em um novo emprego ou situação, além de “renovar as energias e a esperança”, que tal também rever comportamentos? Refletir sobre a situação anterior de maneira racional, com o intuito de analisar o que houve e não de arrumar justificativas.

Recordar as situações ruins vividas e perguntar a si mesmo: por que eu agi daquela maneira? Como eu poderia ter feito de forma diferente naquela hora? Quantas vezes eu agi daquela maneira tentando ter um resultado diferente e não consegui? Mais do que encontrar motivos para esta ou aquela atitude, é importante ao rever a situação, perceber como o outro reagiu a você. Foi a única vem em que houve reação semelhante na minha vida? Se eu fizer diferente será que terei outro resultado?

Já que é hora de mudança externa, que tal incluir nessa nova fase algumas mudanças internas para reduzir o risco de, daqui a algum tempo, a insatisfação voltar pelos mesmos motivos? Mudar é importante, mas antes de simplesmente esquecer, é preciso refletir sobre o passado, para que ele não volte no futuro.


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Karen Gimenez

Karen Gimenez - Master Coach, PNL Master e Coach em Inteligência
Financeira. Professora de Pós-Graduação e Diretora de Grupos de Estudos da ABRH
- Associação Brasileira de Recursos Humanos - Regional Alphaville. Atua
como processos de Coaching Executivo e de Negócios, desenvolvimento de
lideranças e porta vozes, gerenciamento de crises, gestão de conflitos e
consultoria estratégica em desenvolvimento de pessoas e equipes. Jornalista com
pós-graduação em Estratégia Empresarial e Geógrafa com especialização em Gestão
do Terceiro Setor. 



Contatos: karen@kgcoaching.netwhatsapp (11) 9 9114-2681 www.kgcoaching.net

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