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08/04/2015

Liderança Servidora


Baseando-se nos princípios das duas obras de James Hunter: "O Monge e o Executivo" e "Como se Tornar um Líder Servidor", é possível afirmar que liderança servidora funciona, desde que aplicada por alguém preparado para ela. Em diversos momentos ela pode ir de encontro - e não ao encontro - do que muitas pessoas esperam quando se tornam líderes.

Na nossa cultura tradicional em que a história do trabalhismo caracteriza-se pela estrutura vertical e trabalho quantitativo, a aspiração para uma posição de liderança vem carregada de expectativas irreais sobre a óptica do líder servidor.

Vamos analisar alguns pontos: um líder servidor precisa de paciência enquanto muitos ainda almejam poder apenas cobrar e exigir da maneira mais tradicional possível; um líder servidor é gentil quando muitos ainda ambicionam cargos de liderança para poder mandar e determinar; um líder servidor é humilde, enquanto muitos ainda têm como principal motivador na busca por cargos mais altos o status que podem alcançar, não apenas na empresa mas em outros ambientes de sua vida: familiar, social etc.

Mais do que uma habilidade técnica, segundo os estudos de Hunter, a liderança servidora é instrumento de revelação de caráter. Levando em conta as três características - e que não são as únicas - acima citadas em relação a um líder servidor, já podemos começar a confirmar essa premissa de que a liderança servidora está ligada ao caráter.

Será que aquele líder-chefe posicionado no alto do Olimpo que manda e acredita que precisa ser obedecido e servido também se posiciona dessa forma diante do presidente da empresa ou dos Heads globais da companhia em que trabalha? Certamente não. Então se ele sabe ser humilde, gentil e paciente quando necessário, por que opta por não ser com sua equipe?

Nos exemplos de liderança servidora, nomes como Jesus e Gandhi são frequentemente citados. Que ambos movimentaram milhares de pessoas e as inspiram até hoje não há dúvida. O que havia de segredo no sucesso dessa liderança servidora e por que ela pode ser chamada de servidora?

Uma questão de propósito

Em primeiro lugar, pelo propósito de beneficiar o maior número possível de pessoas e não apenas um indivíduo ou um pequeno grupo. Outro elemento, é o poder influenciador baseado em fortes atributos de caráter. Quando falamos em caráter e humildade, esses atributos nada têm a ver com subserviência. Até mesmo Jesus quando precisou ser mais enérgico em algumas situações o foi, mas sem abrir mão de seus princípios, sua percepção do bem comum e do que considerava igualitário.

A liderança servidora também é um ponto de discussão interessante em relação ao atendimento ao cliente. Nas últimas décadas, com o fortalecimento do direito do consumidor e a expansão e popularização dos meios de comunicação, principalmente digitais, a excelência no atendimento se tornou princípio básico para o crescimento e até para a sobrevivência de uma empresa.

Partindo do princípio que os empregados seguem - ou ao menos deveriam seguir - o exemplo de seus líderes ao praticar uma liderança servidora, esse gerente, diretor ou outro funcionário da alta cúpula, está automaticamente ensinando sua equipe a se tornar excelente no ato de servir, de atender bem. Dessa maneira, uma liderança servidora pode e deve ter efeitos no balanço comercial da empresa.


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Karen Gimenez

Karen Gimenez - Master Coach, PNL Master e Coach em Inteligência
Financeira. Professora de Pós-Graduação e Diretora de Grupos de Estudos da ABRH
- Associação Brasileira de Recursos Humanos - Regional Alphaville. Atua
como processos de Coaching Executivo e de Negócios, desenvolvimento de
lideranças e porta vozes, gerenciamento de crises, gestão de conflitos e
consultoria estratégica em desenvolvimento de pessoas e equipes. Jornalista com
pós-graduação em Estratégia Empresarial e Geógrafa com especialização em Gestão
do Terceiro Setor. 



Contatos: karen@kgcoaching.netwhatsapp (11) 9 9114-2681 www.kgcoaching.net

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