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19/11/2012

Viação Piracicabana

A empresa Viação Piracicabana começou a operar em São Roque desde o feriado do dia 16 de novembro no lugar da Expresso Regional, afastada pela ARTESP pelo péssimo serviço prestado a população.


A empresa Viação Piracicabana começou a operar em São Roque desde o feriado do dia 16 de novembro no lugar da Expresso Regional, afastada pela ARTESP pelo péssimo serviço prestado a população.

Os itinerários devem ser mantidos e os passageiros terão 41 ônibus à disposição.

A empresa faz a linha entre São Roque e Cotia, passando por Vargem Grande Paulista e há muito tempo não vinha cumprindo seus horários e sempre com ônibus quebrados.

A empresa ainda contratou os funcionários que faziam parte da Expresso Regional.

Desde a última quarta-feira (14), quando os 160 funcionários da empresa entraram em greve, os passageiros ficaram sem transporte e precisaram buscar outras alternativas.

Entenda o caso

Cerca de 160 funcionários da Expresso Regional - responsável pelas linhas São Roque-Araçariguama e outras 11, como Itapevi, São Paulo e Cotia - paralisaram os serviços na manhã de quarta-feira (14), após uma reunião com o Sindicato dos Rodoviários.

Os trabalhadores decidiram parar por que, segundo eles, havia pagamentos em atraso e por que a empresa não teria comunicado com antecedência uma exigência da Artesp, que ordenava que a empresa parasse de trabalhar.

Depois de aplicar várias autuações contra a Expresso Regional, a agência determinou que outra empresa assumisse as linhas, mas a Expresso continuava a trabalhar por força de uma liminar.

Porém, essa liminar foi derrubada na Justiça, e, assim que soube da decisão, a empresa recolheu seus 30 ônibus alegando preservação do patrimônio e zelo pela segurança dos passageiros.

Situação dos funcionários

A preocupação dos funcionários, agora, é com os direitos trabalhistas e os salários, que, segundo eles, estão atrasados. O sindicato da categoria informou que vai entrar com uma ação judicial para fazer o bloqueio dos bens da Expresso Regional e, dessa forma, tentar garantir capital para fazer esse pagamento.

Segundo o sindicato, a Expresso Regional teria dado baixa na carteira dos funcionários, mas apenas para liberar o fundo de garantia, ou seja, não pagou os direitos. A empresa ainda tem dez dias para regularizar a situação. A informação não foi confirmada pela Expresso Regional.








 

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