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19/08/2010

Notícia - Sal: consuma com moderação

Dra.


Dra. Rosita Galdino
O brasileiro é um povo que se destaca no mundo afora por muitas particularidades, e uma delas, é a imensa variedade de alimentos e temperos de sua culinária. Entre muitos sabores, reina o sal, soberano na grande maioria das nossas receitas. Acostumados ao seu consumo quase indispensável, não nos damos conta dos riscos que seu excesso representa à nossa saúde.

Para não deixar a vida salgada demais, ouvimos a nutricionista Dra. Rosita Galdino que nos esclareceu sobre os perigos do abuso de sal e como podemos viver em equilíbrio com ele.

Dra. Rosita nos lembra que os rins têm uma capacidade limite para filtrar e reter o sal e se o consumo for excessivo, o órgão pode ter o seu funcionamento comprometido: "O consumo excessivo de sal ao longo dos anos poderá ter conseqüências graves, desde uma Retenção Hídrica até doenças crônicas como Insuficiência Renal, Hipertensão Arterial ou cálculo renal. Estudos mostram que o excesso de sal também pode causar problemas de broncoespasmos, aumentando os quadros de Asma", nos conta.

A nutricionista orienta que o ideal é consumir seis gramas de sal por dia, o que equivale a 2,4 gramas de sódio, mas é preciso estar atento na hora de ler o rótulo dos alimentos, pois eles trazem a quantidade de sódio, e não de sal. Para saber a quantidade total de sal é necessário multiplicar o valor indicado de sódio por 2,54.

Necessário para a nossa saúde, segundo a Dra. Rosita, é o iodo adicionado ao sal, "as plantas contêrm traços de iodo, a água do mar tem iodo em abundância, assim como as algas marinhas". A deficiência deste mineral afeta a glândula tireóide acarretando o bócio, o que torna fundamental o seu consumo para o equilíbrio metabólico.

O corte total de sal da dieta, no entanto, deve ser acompanhado de um profissional da saúde (médico ou nutricionista), mas seu sabor pode ser substituído por ervas mistas (alecrim, sálvia, orégano, tomilho, manjericão e outras). Para garantir a presença do iodo, Dra. Rosita previne que as algas marinhas também deverão ser inclusas na dieta.

Porém, é preciso ficar alerta: uma dieta muito restritiva de sal (menos de um grama por dia para adultos) altera o perfil lipídico do organismo, aumentando os índices de colesterol ruim.

Parece difícil dosar tudo isso sem perder o apetite, mas não desanime! Para cuidar dessa questão, a granjeira e médica nefrologista, Dra. Carmen Martins, liderou um grupo de médicos nefrologistas, nutricionistas e chefs de cozinha para para escrever "A cozinha e a Terapia Renal. Numa linguagem de fácil entendimento, mas rigorosa quanto as suas informações, os autores de A COZINHA E A TERAPIA RENAL: SABORES DE PORTUGAL E DO BRASIL, SABORES DO JAPÃO E DO BRASIL e SABORES PARA MIL E UMA NOITES (cozinha árabe) transmitem dicas gastronômicas que desmistificam o insosso rótulo "comida de doente".

Para a Dra. Carmem, o maior vilão é o sal invisível, aquele que é adicionado aos alimentos industrializados e processados. Mais de 70% do sal que ingerimos vem dessa fonte, "por exemplo, um tablete de caldo de carne tem 2 g de sódio , ou seja, mais do que você deveria ingerir por um dia inteiro. É bom lembrar também que os produtos light tem 25% menos de sal que os demais, mas já os refrigerantes diet e light apresentam grande quantidade de sal na sua composição".

Segue abaixo uma dica de receita do livro, elaborada pelas nutricionistas Clarissa Uezima e Barbara Biavo:


Omelete de verdura
- Ingredientes


Massa
  • Ovo - 4 unidades
  • Leite semidesnatado - ¼ xícara de chá
  • Farinha de trigo - 1 colher de sopa
  • Fermento em pó - 1 colher de chá
  • Óleo - 2 colheres de sopa
Recheio
  • Cebola picada - ½ xícara de chá
  • Alho - 3 dente
  • Tomate maduro picado - ½ xícara de chá
  • Escarola - 6 xícaras de chá
  • Água - ½ xícara de chá
  • Farinha de milho - 6 colheres de sopa
  • Sal - 1 colher de café
  • Óleo - 3 colheres de sopa


Modo de preparo
Cozinhe a cebola picada, o tomate e a escarolaseparadamente. Despreze a água do cozimento.Bata todos os ingredientes da massa noliquidificador. Divida a massa e frite em umafrigideira de modo que rendam oito omeletes(frite como se fossem panquecas).
Refogue, em uma panela, a cebola e o alho no óleo, acrescente o tomate picado e a escarola.
Misture a água com a farinha de milho.
Acrescente ao refogado.
Recheie as omeletes, enrole em formato de
panqueca e as coloque em um refratário.
Sirva quente.

Rendimento
8 porções (cada porção equivale a 1 omelete)

Tempo de preparo
30 minutos


Marina Novaes








 

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