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27/10/2011

Raposo pode ser

O projeto de duplicação do trecho inicial da rodovia Raposo Tavares, entre Cotia e a Capital, apresentado pelo Grupo CCR para estudos à Secretaria Estadual de Logística e Transportes, poderá estar livre de pedágios, caso o contrato de concessão estabeleça um prazo estendido para administração do trecho.


O projeto de duplicação do trecho inicial da rodovia Raposo Tavares, entre Cotia e a Capital, apresentado pelo Grupo CCR para estudos à Secretaria Estadual de Logística e Transportes, poderá estar livre de pedágios, caso o contrato de concessão estabeleça um prazo estendido para administração do trecho.

A proposta dessa "troca" foi apresentada pelo diretor de investimentos da Artesp (Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo), Theodoro de Almeida Pupo Jr., durante o 7º Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões CBR&C e a 7ª Exposição Internacional de Produtos para Rodovias Brasvias, realizados em Foz do Iguaçu, no Paraná, entre segunda-feira e ontem.

Apesar de o projeto ainda não ter sido encaminhado para a agência reguladora, Pupo informou que o aumento no prazo de concessão seria uma alternativa para a isenção da cobrança de pedágios no trecho. "São Paulo não tem condições de jogar [o custo das] obras [da rodovia] na tarifa [dos pedágios]. Já há um clamor popular contra as tarifas", comentou o diretor.

Como o projeto ainda está em fase de análise, não há prazo definido para sua implantação. (o jornalista Danilo Dainezi viajou a Foz do Iguaçu a convite do grupo CCR/Viaoeste)

Encontro discute alternativas para a cobrança eletrônica de pedágios

Cobrança eletrônica de pedágios (conhecida como free flow) integrada ao registro do veículo e à carteira de habilitação foi o tema central da sessão plenária "Cobrança Eletrônica de Pedágio - Freeflow", realizada na terça-feira, durante o 7º Congresso Brasileiro de Rodovias e Concessões CBR&C e a 7ª Exposição Internacional de Produtos para Rodovias Brasvias, que acontecem em Foz do Iguaçu, no Paraná.

De acordo com o palestrante Maurício Moura da Luz, diretor técnico da empresa brasileira Seagull Tecnologia, a implantação do sistema de cobrança eletrônica no Brasil esbarra na regulamentação nacional. "O país tem que começar a fazer leis e normas para o uso desse sistema".

Para o diretor, um dos maiores problemas diz respeito à inadimplência no pagamento do pedágio eletrônico. "A placa pode ser um meio de cobrança para quem não tem a tag [tecnologia de cobrança eletrônica do pedágio]. Lidar com o usuário é o ponto mais crítico", avaliou Luz.

No caso do Chile, o desafio de superar a inadimplência foi vencido após modificações na legislação de trânsito local. Segundo o gerente comercial e de operações da concessionária chilena Vespúcio Norte, Jorge Rivas Abarca, a circulação de veículos pelas rodovias sem o uso de tags passou a ser considerada como uma infração grave. "Para que o sistema funcione, deve haver uma lei que pune aqueles que não utilizam a tag. Se não houver isso, a inadimplência continua", considerou Abarca.

Em Portugal, a implantação do sistema freeflow foi iniciada em 2007, pela empresa Q-Free. O seu gerente geral, Pedro José Bento, acredita que a adesão à tecnologia deve ser opcional e, por isso, deve existir uma solução para a cobrança de pedágios para quem não possui a tag. "Ninguém pode ser obrigado a ter um dispositivo eletrônico, mas deve haver um sistema de cobrança pelas placas. O pagamento pode ser feito depois que o motorista passar pelos pedágios", acrescentou. (Danilo Dainezi)

Em Portugal, tecnologia é usada até no McDonald"s
As tags de cobrança eletrônica de pedágios podem ser alternativas para pagamentos em postos de combustíveis, estacionamentos e até no drive-thru do McDonald"s. Esses são alguns exemplos de novas aplicações da tecnologia freeflow, que foram implantadas pela empresa Q-Free, em Portugal.

Para o gerente geral, Pedro José Bento, a existência de tags permite a ampliação dos serviços atendidos. "Quando implementados o sistema de freeflow em Portugal, envolvemos concessionárias, distribuidores, governo, para estudar como implementar, que tecnologia usar, e em que espaço poderíamos implantar", explicou.

Fonte:Danilo Dainezi/Webdiário








 

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