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08/01/2014

Plaquinha é segurança para pets

Na virada do ano, juntamente a muitas imagens de festas e votos de saúde e prosperidade, algumas notícias tristes apareceram nos grupos da Granja no Facebook.


Na virada do ano, juntamente a muitas imagens de festas e votos de saúde e prosperidade, algumas notícias tristes apareceram nos grupos da Granja no Facebook. Eram anúncios de animais que, devido principalmente à barulheira dos fogos, haviam se assustado e se perdido.

Com audição muito mais sensível do que a do ser humano, os animais podem sofrer profundos transtornos por causa dos estouros, como taquicardia, palpitações, náuseas, tremores e pânico, com risco até de morte por infarto ou por acidente, ao se machucarem tentando se afastar do barulho. E é justamente diante dessa tentativa que diversos animais acabam fugindo de suas casas. Desnorteados pelo medo, nem sempre conseguem voltar.

Nas últimas festas, três casos ficaram famosos nas redes sociais. Nina, mestiça de Labrador com Akita, escapou de um condomínio na Estrada da Aldeia em direção à Raposo Tavares. Em frente ao The Square foi atropelada e socorrida. Uma mulher com traços orientais em um carro cinza parou e a recolheu, impedindo um acidente de mais gravidade. Maluh Duprat, dona de Nina, não sabe quem foi a benfeitora. A cadela deve estar com a protetora até agora.
Na Fazendinha, a vira-latas de grande porte, Pipoca, também se assustou com a barulheira das festas e sumiu. Foi vista pela última vez na Avenida São Camilo próximo do Celeiro de Granja. A chef de cozinha Flavia Grecco não soube mais dela

O terceiro animal desaparecido foi o shitsu Max, da empresária Giovanna Borges de Carvalho, na São Camilo, logo depois do limite com Carapicuíba. Esse teve mais sorte. Dois dias depois foi encontrado pela mãe de Giovanna.

Além de terem desaparecido na mesma região, os três animais tinham uma característica em comum: nenhum deles portava plaquinha de identificação na coleira. No caso da Nina, provavelmente já teria sido devolvida.

Uso ainda restrito

Prática ainda pouco comum entre os donos de animais, a plaquinha de identificação é fortemente recomendada por veterinários e ONGs de proteção animal. Com custo médio de 20 reais, elas podem ser de metal ou plástico e ficam atreladas à coleira com o nome do animal, telefone e ou endereço gravados. A indicação vale também para gatos, como explica a veterinária Valéria Arouche Pereira. “Os gatos não têm hábito de fugir, porém uma vez identificados podemos ter a segurança que o mesmo, provavelmente, seja vacinado e castrado. Existem coleiras que possuem uma parte elástica justamente para evitar um acidente caso o gato fique enroscado em algum lugar”.

Outra técnica de identificação é o microchip. Para Valéria “é a maneira mais moderna e segura de provar que aquele animal tem dono. É colocado pelo veterinário abaixo da pele, entre as clavículas, de forma indolor e sem apresentar riscos para o animal. Uma vez colocado o microchip não sai mais e o veterinário cadastra o animal com todos os dados dele – inclusive sobre medicações e problemas de saúde - e do proprietário num site internacional. Para saber se o animal é microchipado e ter acesso aos dados é preciso levá-lo à um veterinário que possua o leitor. Por outro lado, ele não corre o risco de cair, como acontece com a plaquinha”.

Se por um lado o microchip é mais completo, ao ver um animal andando pelas ruas não há como saber se ele o possui. Já a plaquinha chama imediatamente a atenção que o animal tem dono.

Na granja há vários pet shops que vendem as plaquinhas. Em casos emergenciais vale até escrever na própria coleira os dados. O importante é que a identificação seja clara, em letras legíveis e os telefones estejam atualizados. O ideal é que seja usada 24 horas por dia, mesmo dentro de casa. Afinal nos três casos do fim do ano, os animais estavam domiciliados.

“Tomei tantos cuidados com a segurança dos animais antes de viajar e uma coisa tão simples quanto a plaquinha, deixei escapar”, conta Giovanna. Recuperada do susto, lançou uma campanha pelo Facebook para que os moradores da Granja identifiquem seus animais. “Há coisas que a gente só lembra depois que acontecem” lamenta Maluh que ainda procura pela oriental que acudiu sua Nina.

Caso encontre Nina ou Pipoca (fotos na reportagem), é só entrar em contato com Maluh: 9-9297-1710 ou com Flávia: 9 9983-2180.













 

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