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03/07/2013

Os segredos

A cena até que é comum no cinema.


A cena até que é comum no cinema. Um personagem mal-intencionado leva o “mocinho” ou a “mocinha” a cometer um crime porque o deixou hipnotizado. Nos romances, a expressão “hipnotizado” aparece referindo-se àquele que está praticamente cego de amor. Mas, afinal, o que é a hipnose e como ela é utilizada no cotidiano da população comum?

Diferentemente das cenas encontradas na ficção, a hipnose é uma ferramenta cada vez mais usada por psicólogos e terapeutas e até por alguns coaches. A técnica vem ganhando espaço na medicina e na odontologia como coadjuvante da anestesia e também na área de segurança. Há cerca de dois anos, saiu uma notícia nos jornais sobre uma parceria entre a Secretaria de Segurança de São Paulo e o Hospital das Clínicas (que desenvolve pesquisas nessa área) para utilizar a hipnose na obtenção de relatos de testemunhas traumatizadas.

Clinicamente, a hipnose vem sendo frequentemente utilizada na cura de traumas, fobias, depressão, ansiedade e até na melhoria do aprendizado. “Diferentemente do que muita gente pensa, a hipnose só é possível de ser realizada se o paciente deixar, pois ele precisa estar aberto aos comandos”, explica Vera Lucia Salles psicóloga especializada em hipnose, que  mantém um consultório na Avenida São Camilo, em Carapicuíba.

“A hipnose”, explica Vera, “é uma técnica que utiliza inteligência e potencialidade. É um processo acelerado de terapia, que facilita acesso ao conteúdo inconsciente, fazendo corpo e mente trabalharem de forma que a pessoa mal perceba o que aconteceu. Eu prefiro chamar o inconsciente de mente sábia”.

Consciente protetor

A necessidade da hipnose para se acessar o inconsciente rapidamente se dá porque a nossa mente consciente age como se protegesse essa nossa essência, “É no consciente que recebemos e filtramos o que chega do mundo externo. Filtramos por meio das nossas crenças, preconceitos e julgamentos. No inconsciente, está a mente pura, daí o motivo de eu a chamar de sábia”, analisa Vera.

“Nós temos todas as potencialidades dentro da mente, no inconsciente. A diferença está no que conseguimos acessar ou não, pelos bloqueios formados pelo consciente. Daí o uso da hipnose para ultrapassar essa fronteira. O que nós somos externamente vai depender do que conseguimos acessar e que pretendemos experimentar” explica a terapeuta.

Vera lembra que a psicologia jungiana, linha na qual é formada, acredita no inconsciente coletivo e na memória celular. Ou seja, acessamos de alguma maneira conhecimentos passados que nem sempre são nossos. E tudo isso influencia o nosso ser.

Diferentemente da psicologia tradicional, as mudanças de comportamento geradas pela hipnose não dependem de se entender a raiz do trauma ou do problema. “Na hipnose, o que importa é a melhora e não necessariamente o entendimento da origem da questão”. Por isso é considerada uma terapia breve e com foco específico. Segundo a terapeuta o número de sessões para a solução de um trauma ou outro problema pode variar, mas a média são 10 sessões. “Já atendi pessoas que resolveram em uma mas também outras que passaram  das dez.”

Estado natural

Vera explica que a hipnose é um estado natural do ser humano. “Experimentamos todos os dias sem perceber. Sabe aquele momento em que vamos dormir que não sabemos muito bem se estamos dormindo ou acordados? E quando assistimos a uma final de campeonato, que estamos tão absortos no jogo que nem percebemos o que acontece à nossa volta? Estamos falando de dois estados hipnóticos. Qualquer momento de extrema concentração que nos tire o contato com o que acontece em volta pode ser considerado hipnótico”.

É importante lembrar que a hipnose só acontece se a pessoa permite ou quando ela esteja excessivamente fragilizada a ponto de ter aberto a sua mente a qualquer influência externa. “Temos mecanismos de defesa que nos protegem de sugestões contra o nosso desejo. Claro que há casos extremos. É importante lembrar que a hipnose precisa ser aplicada por profissionais devidamente qualificados e treinados. Há várias técnicas desde a condução por meio de conversa, toques em determinadas áreas do corpo, uso do pêndulo, entre outras”, finaliza Vera.

Serviço:
Hipnose com Vera Salles
Endereço: Av. São Camilo, 413- Sala 10 - Carapicuíba
Telefone: 3231 0494

 








 

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