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11/12/2013

Nosso futuro com o aeroporto de São Roque

O acesso principal será pela rodovia Castello Branco, mas a proximidade de Cotia em relação ao novo aeroporto de São Roque deve trazer os impactos da obra para o município.


O acesso principal será pela rodovia Castello Branco, mas a proximidade de Cotia em relação ao novo aeroporto de São Roque deve trazer os impactos da obra para o município. O terreno, destinado a um aeroporto para aviação executiva deve ocupar seis milhões m2 de uma área preservada que faz parte do cinturão verde de São Paulo. Além dos impactos ambientais estão previstos também diversos efeitos sociais, tanto para as famílias que vivem nas proximidades bem como para toda a região. Cotia já anunciou a construção de hotéis.

Os moradores de São Roque, Araçariguama, Mairinque e entorno protestaram contra a execução da obra durante audiência pública realizada na última semana de novembro. O principal ponto de contestação da comissão de moradores foi o EIA-Rima - Estudo de Impacto Ambiental /Relatório de Impacto ao Meio Ambiente. Segundo argumentação dos moradores, publicada no Diário Oficial do Poder Legislativo estadual, a obra – que estava embargada – só foi liberada após mudanças no plano Diretor de São Roque, município que sediará o aeroporto.

A construção está embargada pela Justiça desde setembro por descumprimento das normas ambientais. A ação na Justiça foi movida pela Associação dos Moradores do Condomínio Porta do Sol, vizinho à área. Além do aeroporto em si a área prevê a construção de um Shopping Center e de um condomínio comercial com dez torres. As acusações vão desde o desmatamento até uso irregular de água de mananciais.  Ao aprovar a obra, a Cetesb condicionou a adequação a 98 normas ambientais que, segundo o processo, não foram cumpridas.

A construtora alega que não fez nenhuma movimentação sem autorização e que tem o aval do Consema – Conselho Estadual do Meio Ambiente.  Além das questões ligadas a fauna, flora e  preservação da água, a preocupação da população está relacionada também ao barulho que incidirá na região, além do trânsito e da poluição do ar em consequência das emissões a serem geradas pelos motores dos aviões. A segurança também preocupa, tendo em vista a ocupação irregular que se deu no entorno do aeroporto de Cumbica e ao índice de criminalidade naquela região.

O aeroporto em números

O Catarina Aeroporto Executivo, como será chamado o empreendimento, tem previsão de aproximadamente 38.000 voos para o ano de 2014 e 73.000 voos para 2023. A capacidade é três vezes maior que a do Campo de Marte, na capital. São seis milhões de metros quadrados de área total, contemplando aeroporto, shopping e centro empresarial. A pista principal terá mais de 2,7 km de comprimento. O aeroporto contará com estacionamento para 500 vagas. O centro empresarial ocupará 225 mil m2 e contará com 10 torres de 18 andares. O shopping, que consumirá 268 mil m2, terá 101 lojas e quiosques.

Os impactos em Cotia

Apesar de a entrada principal de todo esse complexo ser feita pela Rodovia Castello Branco, Cotia também deve sofrer impacto, já que a Raposo Tavares será uma segunda opção de acesso. A proximidade do aeroporto deve acelerar a urbanização, atrair a hotelaria executiva, bem como aumentar a atração de indústrias e principalmente galpões de logística com intenso tráfego de caminhões.

Acompanhe o caso em www.desastreaereo.com.br










 

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