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07/08/2014

Manifestação contra

Após rumores de que a Escola Estadual Pequeno Cotolengo seria fechada em dezembro deste ano, pais, alunos, ex-alunos e moradores da região se posicionaram contra esta possível decisão, se uniram e criaram um grupo nas redes sociais.


Após rumores de que a Escola Estadual Pequeno Cotolengo seria fechada em dezembro deste ano, pais, alunos, ex-alunos e moradores da região se posicionaram contra esta possível decisão, se uniram e criaram um grupo nas redes sociais. O "Movimento contra o fechamento da Escola Cotolengo" já alcançou mais de 2100 seguidores. E não parou por aí. No dia 30 de julho, cerca de 50 pessoas bloquearam duas faixas da Raposo Tavares e, por aproximadamente 30 minutos, com cartazes e faixas, reivindicavam: “Queremos a escola para sempre, não para mais um ano”.

 

Para entender

A Escola Estadual Pequeno Cotolengo de Don Orione está localizada dentro de um terreno particular da Instituição Pequeno Cotolengo Paulista. A área é alugada há mais de 30 anos para o Estado e, anualmente, o contrato é renovado. Porém, em abril deste ano, após a venda de parte deste terreno, conforme o Site da Granja noticiou na reportagem "Compra do Cotolengo?", os rumores do fechamento da escola se intensificaram. “Temos professores ótimos, alguns que já estão na escola há 20 anos. Somos uma escola modelo, com laboratório de química e até sala de dança. Cada sala de aula tem 25 alunos e faz, com eficiência, a inclusão social de portadores de deficiência. Não podemos perder isso”, disse, em entrevista, um dos líderes do movimento e aluno do 3° ano do Ensino Médio da escola, João Paulo da Silva.

 

Instituição nega o fechamento

“O que há de fato até o momento é a proximidade do encerramento do contrato do aluguel e estamos nas tratativas de renovação ou não com a Secretaria da Educação”, afirmou a instituição que destacou também que “a área que possivelmente está sendo vendida, não é a área onde fica a escola”.

 

Por dentro do Movimento

Liderado por quatro alunos da escola (João Paulo Silva, Matheus Pontes, Leonardo Rodrigues e Julia Nascimento) e uma mãe e promotora legal popular, Vilma Rodrigues, o Movimento tem o apoio do COEP - Comunidade de Olho na Escola Pública, do Presidente da Consabesp de São Paulo, Antonio Irineu de Oliveira, da APEOSP - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo, com representantes de Cotia. O Site da Granja entrevistou os integrantes. Veja o que eles disseram:

Por que decidiram criar este Movimento?
Nos indignamos, além do ato de fechamento em si, mas quando a direção passou nas salas de aula, comunicando aos alunos, sem mesmo ter falado com os pais.

Quais os objetivos?
O principal objetivo é o não fechamento da escola. Conseguimos algumas declarações informais da Instituição de não fechar, mas não recebemos nenhum documento comprobatório. Diz-se que o contrato vence em setembro e que a Instituição deixará a escola funcionar até dezembro, sem cobrar aluguel. 

Sabem algo sobre a venda de parte do terreno? Há previsão de abertura de uma avenida?
Os boatos dizem que sim. Parece haver uma especulação imobiliária e de que o terreno já teria sido vendido e desmembrado. Parece que o terreno tem 1.188.000 m² e teria sido desmembrado em 800.000 m². 

Quais os próximos passos do Movimento?
Estamos nos organizando e entraremos com medidas no Ministério Público. Há uma outra mãe que tem nos ajudado nesta parte. Não queremos escola para um ano apenas e sim para sempre.









 

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