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19/06/2013

Notícia - Liderança

Experiente jornalista na área de economia Heródoto Barbeiro aproveitou muito bem os anos de entrevistas com empresários e seu vasto conhecimento como historiador para traçar uma visão própria da liderança no século 21.


Experiente jornalista na área de economia Heródoto Barbeiro aproveitou muito bem os anos de entrevistas com empresários e seu vasto conhecimento como historiador para traçar uma visão própria da liderança no século 21. Prendendo-se mais à evolução cultural e tecnológica do que aos modelos de liderança divulgados por teóricos da Administração de Empresas, o jornalista define suas próprias diretrizes em relação ao que os altos escalões corporativo precisam levar em conta se quiserem credibilidade, integração com as equipes e produtividade.

Associando seu pensamento a uma serie de reportagens publicada recentemente pela revista The Economist, Barbeiro discorreu sobre o tema para executivos da região. O evento aconteceu na sexta-feira, dia 14, no Centro Cultural Würth.

A relação entre desenvolvimento humano e avanços tecnológicos foi um dos temas centrais. Recorrendo à época da primeira revolução industrial em que as pessoas trabalhavam 14, 15 horas por dia sem garantias ou direitos, ao traçar um perfil do profissional dos dias de hoje, ele vê semelhanças. “Mesmo com todas as facilidades que a tecnologia oferece há muitas pessoas com essa jornada e trabalhando com exclusividade em alguma empresa, mas com regime de Pessoa Jurídica, ou seja um empregado sem direitos”. 

Comando virtual 

Ainda em relação à jornada, o jornalista reflete sobre a mobilidade em conglomerados urbanos que se unem cada vez mais. Como vai se viver? Haverá descentralização das empresas ou se optará pelo home office? Como gerenciar uma equipe à distância? O que deve mudar na vida do profissional que passa a convier com seu eu pessoal e seu eu profissional no mesmo espaço? A família e a empresa perdem a fronteira?

Ainda sobre os profissionais, a previsão é que a aposentadoria venha cada vez mais tarde. E que talvez um dia ela acabe. O que acontecerá, no médio prazo, em um mundo que joga a aposentadoria para cada vez mais tarde ao mesmo tempo em que fecha as portas do mercado para quem tem mais de 40 anos? Quem sustentará o profissional nessa lacuna de tempo? Todos terão de virar empreendedores independentemente do perfil? 

E o dinheiro? Será que o dinheiro real vai sumir e se transformar apenas em transações virtuais? Como será a relação com questão monetária tornando-se virtual? Sobre as indústrias, Barbeiro lembra do desenvolvimento das impressoras 3D, o que deverá provocar uma total reinvenção da indústria. Será que os líderes desse segmento já estão pensando nisso? 

Uma outra quebra de paradigma que o jornalista prevê é o fortalecimento da chamada “economia marginal”. Como “economia marginal” ele descreve a forma de obter renda a partir de produtos gratuitos, como, por exemplo, conteúdo na internet. “O New York Times disponibiliza todo seu conteúdo gratuitamente, o que os jornais brasileiros dificilmente fazem. É por meio da economia marginal que o NYT se mantém, ou seja, há outros produtos e serviços ligados a esse conteúdo, mas que respondem pelo faturamento”. 

Barbeiro finaliza seu raciocínio lembrando-se da valorização dos ativos intangíveis das empresas. “Mais do que o produto, hoje a marca tem valor. Daí a necessidade das empresas trabalharem a sua reputação. O consumidor bem informado não compra simplesmente um produto. Ele compra um conceito. Hoje se você tiver US$ 74 bilhões, você compra a Coca-Cola, mas não leva nenhuma fábrica, nenhum escritório, nem ao menos uma latinha. Esse é o valor da marca”. E a reputação da sua empresa, quanto vale?

 

 

 










 

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