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07/06/2011

Granja Viana vive

Apesar da falta de estrutura e da resistência de moradores, região não para de ganhar empreendimentos comerciais e residenciaisProblemas de infraestrutura da região não impediram a Granja Viana de se tornar a bola da vez da expansão imobiliária a oeste de São Paulo - mesmo à revelia de moradores, que, engajados e unidos a entidades ambientais, tentam barrar a nova vizinhança.


Apesar da falta de estrutura e da resistência de moradores, região não para de ganhar empreendimentos comerciais e residenciais

Problemas de infraestrutura da região não impediram a Granja Viana de se tornar a bola da vez da expansão imobiliária a oeste de São Paulo - mesmo à revelia de moradores, que, engajados e unidos a entidades ambientais, tentam barrar a nova vizinhança. Quase uma dezena de prédios, a maioria comercial, está em fase de construção no "miolo" da Granja, o triângulo formado pela Raposo Tavares e as Avenidas São Camilo e José Félix.

O mais polêmico deles é o Alphaville Granja Viana, cuja obra no terreno de mais de 600 mil m² foi embargada em 2009 por promover "impiedosa degradação ambiental", segundo parecer do Ministério Público Estadual à época. No ano passado, o Tribunal de Justiça de São Paulo liberou a obra mediante uma série de compensações ambientais prometidas pela Alphaville Urbanismo, como a construção de um parque público de 325 mil m², o replantio de 160 mil m² de vegetação e a "elaboração de um Plano Diretor de Trânsito" para a região da São Camilo "em parceria com a Prefeitura de Cotia". Os 333 lotes serão entregues em dezembro. "É uma obra de baixíssima densidade, são cerca de 200 famílias que vão morar ali, porque muitos compraram mais de um lote", garante o diretor comercial da Alphaville Urbanismo, Fábio Vale.

A presidente do Movimento de Defesa da Granja Viana, Délia Costa, preferia as árvores nativas que antes havia no terreno. "O interesse econômico move tudo. Ninguém vê que a região precisa de árvore, precisa de verde e da fauna original."

Comerciais. Assim como em Alphaville, a região da Granja também vive um boom de prédios comerciais. Segundo Luiz Gustavo Napolitano, ex-subprefeito da Granja, pelo menos 800 escritórios estão para ser lançados até 2012, além dos cerca de sete edifícios mistos já em fase de construção - a maioria mistura salas empresariais a minishoppings.

Uma obra em especial já entrou na mira da vizinhança: o Vianna Espaços Modulares, conjunto de escritórios em fase de construção na Estrada Basileia, uma das alças de acesso à Raposo Tavares, na altura do km 22,5. De acordo com o Plano Diretor de Cotia, a rua é de uso estritamente residencial, o que levou a vizinhança a procurar o Ministério Público para tentar impedir a obra. A ação civil pública corre na Promotoria de Justiça de Cotia e o promotor responsável não se manifestou.

A prefeitura de Cotia, por sua vez, defende o terreno: apesar de ter uma das entradas na Estrada da Basileia, a frente do empreendimento é voltada para a Raposo Tavares, onde o uso comercial é permitido. "O endereço do imóvel é a Raposo Tavares, está em total conformidade com a lei", afirma o arquiteto responsável pelo setor de Aprovações da Secretaria de Habitação da prefeitura, Ricardo Dourado.

Uma das donas da construtora Ditolvo, a arquiteta Patrícia Ditolvo afirma que o empreendimento é uma tentativa de contribuir para os granjeiros se deslocarem cada vez menos e, assim, minimizar o trânsito. "É uma oportunidade de as pessoas que moram aqui trabalharem perto de casa e não precisarem enfrentar o congestionamento até São Paulo."

Infográfico mostra os principais gargalos da Granja - velhas pedras no sapato dos moradores daqui.


Fonte:Nataly Costa/O Estado de S.Paulo

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