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03/08/2016

Eleições Cotia: Rogério Franco

fiogf49gjkf0dDando continuidade à série de entrevistas realizadas com os principais pré-candidatos a Prefeito de Cotia, esta semana apresentamos a entrevista de Rogério Franco, filiado ao PSD, que conta com o apoio do atual prefeito Carlão Camargo, tem 7 anos de vida pública, sendo vereador por dois mandatos e presidente da Câmara dos Vereadores.


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Dando continuidade à série de entrevistas realizadas com os principais pré-candidatos a Prefeito de Cotia, esta semana apresentamos a entrevista de Rogério Franco, filiado ao PSD, que conta com o apoio do atual prefeito Carlão Camargo, tem 7 anos de vida pública, sendo vereador por dois mandatos e presidente da Câmara dos Vereadores. Vale lembrar que todas as perguntas desta entrevista foram criadas a partir de pesquisas realizadas em grupos, blogs e sites da região de Cotia, sendo os questionamentos e aspirações da própria população.

P: Qual o seu plano de governo?

R: Em primeiro lugar, muito obrigado pela disposição das leitoras e dos leitores do Site da Granja em ler sobre o que pensamos e planejamos. Vivemos um momento em que a cidade de Cotia, assim como o Brasil, está cansada da velha política. O momento exige eficiência e fazer mais com menos. Nosso plano de governo é sustentado por alguns pilares: diálogo, transparência, participação e planejamento; resolver os problemas de emergência, planejar a médio e longo prazo. Teremos um governo mais próximo da população com reuniões nos bairros; o gabinete será aberto a todos e os encontros servirão para ouvir os anseios da população e desenvolver projetos alinhados à realidade local. Também vamos trazer para a cidade um novo modelo de gestão que deu certo em cidades como Curitiba e grandes metrópoles: a administração com planejamento e com metas bem definidas. Uma das primeiras medidas será a criação do IPUC - Instituto de Planejamento Urbano de Cotia - para que as ações sejam pensadas a longo prazo, criando políticas públicas eficientes. Não vamos governar pensando apenas no nosso mandato. Vamos governar pensando no melhor para a cidade, com ações que farão a diferença para as próximas gerações. A participação das pessoas será uma marca de nossas ações e já começamos pelo Plano de Governo Participativo. Pela primeira vez, isso ocorre na cidade. Já fizemos reuniões com as mulheres, com os jovens, idosos e os segmentos mais diversos da sociedade para ouvir ideias e sugestões.

P: Está incluído no seu plano o combate à corrupção?

R: Esta é uma das principais ferramentas para uma boa administração. Corrupção se combate com transparência e gestão. Nosso governo será pautado pela eficiência em todos os setores. Vamos modernizar o governo, criando novos mecanismos de fiscalização à administração e daremos condições para que os funcionários desempenhem suas funções com técnica e competência. A participação da sociedade civil neste processo será fundamental. Daremos força aos conselhos municipais para que possam gerir a cidade com a gente de forma transparente.

P: Qual a solução para a falta de médicos e infraestrutura na saúde pública de Cotia?

R: A Saúde será um setor que trataremos com emergência. Vamos reorganizar a estrutura da secretaria e dos postos de atendimento e já estamos desenvolvendo alguns projetos para que isto ocorra, buscando também experiências vencedoras de outros lugares. Uma das primeiras medidas será estender o horário de atendimento dos postos nos bairros, a fim de que as mães e pais possam chegar do trabalho e levar os filhos ao médico ao lado de casa e não precisem mais sair correndo para a UPA ou pronto atendimento. O corpo médico e administrativo também terá horário estendido, assegurando um atendimento de excelência. Lembrando que os profissionais da saúde terão os seus salários e benefícios ajustados para que possam exercer as suas funções com dignidade e direitos garantidos. Outro projeto que iremos implantar para melhorar a relação com a comunidade é o "Mãe Cotiana", que cuidará exclusivamente da gestante e de seu filho até um ano de idade. Neste projeto, as mães terão no mínimo sete consultas durante a gestação, todos os exames necessários e os filhos serão atendidos no primeiro ano de vida. O projeto é muito amplo e completo, sendo impossível escrevê-lo em poucas palavras. Uma coisa é garantida: mães e filhos saudáveis e prevenidos contra as doenças cotidianas. Nossos projetos para a saúde são amplos e posso assegurar que cada unidade contará com uma equipe compatível ao que é recomendado pelo Ministério da Saúde, com seleção pública desses funcionários. Também vamos investir nos profissionais de saúde, proporcionando melhores condições de trabalho a todos os colaboradores.

P: Como gerar mais empregos e profissionalizar nossos munícipes?

R: Nós entendemos que a criação de novas oportunidades passa igualmente pelo planejamento e diagnóstico das nossas necessidades e vocações. Nós vamos criar o primeiro Centro Tecnológico da cidade, promovendo o desenvolvimento científico das empresas da região e dos nossos jovens recém-saídos das escolas profissionalizantes. Uma incubadora de novas ideias. E vamos planejar, claro, para que o Centro Tecnológico progrida para a instalação de Parque Tecnológico, com novas empresas e novos empregos. Sobre a profissionalização, hoje temos a ETEC, a FATEC e está chegando o SENAI. Temos feito estudos e já diagnosticamos onde e quais cursos precisamos trazer a mais nestas entidades. Além disso, vamos criar o Instituto Municipal de Ensino Profissionalizante que vai atender não apenas os jovens, mas também os pais ou aposentados que, muitas vezes, querem voltar a estudar e a desenvolver novas habilidades, inclusive, para a complementação de renda. Vamos fortalecer as parcerias com entidades como o Sebrae e, principalmente, atender a demanda relacionada ao jovem empresário, que já está se disseminando em nossa cidade.

P: Até quando os grandes empreendimentos vão invadir nossa cidade e o que você pretende fazer para resolver esse problema?

R: Este é mais um exemplo da falta de planejamento do passado, os problemas de infraestrutura e nas consequências que os novos empreendimentos trariam para a população. Estes empreendimentos, em sua maioria, foram aprovados há 10 anos, 15 anos, sem exigência de nenhuma contrapartida para a cidade. O resultado é o que vivemos hoje. Reforço que um empreendimento não chega e ocupa um espaço do dia para a noite. Daí a necessidade de prever o que vai acontecer quando todos os terrenos estiverem ocupados e se a região suportará o impacto que vai sofrer.

P: Qual o seu plano para melhorar a segurança - atitude concreta e factível?

R: Este é um problema que vamos enfrentar de frente. Vamos negociar com o Governador o aumento do efetivo e a vinda de mais uma companhia da Polícia Militar para a cidade, incluindo uma nova instalação na Granja Viana. Vamos solicitar que as delegacias da Granja e Caucaia passem a atender 24 horas por dia, de forma a não atrapalhar os trabalhos de investigação. Queremos ser parceiros da Polícia Civil e buscar formas de integração entre a Polícia Militar e a nossa Guarda Civil Municipal. Vamos ampliar o número de Guardas Civis e instalar novos postos de trabalho. Ampliar o centro de monitoramento para outras regiões da cidade, com câmeras e equipamentos modernos, garantindo a integridade física dos nossos profissionais. Vamos criar o Centro de Atendimento e Combate à Violência Doméstica na Guarda Municipal, que funcione 24 horas por dia, com guardas treinadas para essa tarefa. Enfim, vamos em conjunto com todas as forças policiais e de inteligência estabelecer uma política de segurança específica para as condições tão especiais do município, que tem 325km² de extensão, uma Reserva Florestal de 123km² e várias rotas de fuga. Mas este trabalho também tem de ser com diálogo com nossos vizinhos Embu das Artes, Itapevi, Vargem Grande Paulista, Osasco, Taboão da Serra, Jandira e Carapicuíba. A elaboração de um plano de carreira digno aos guardas civis municipais está entre as prioridades. Ainda, vamos valorizar a capacitação profissional, além de acompanhamento psicológico em tempo integral.

P: Como você pretende melhorar a questão da iluminação das avenidas e das ruas? Terá manutenção permanente?

R: Já temos um projeto para resolver esta questão grave de nossa cidade, que envolve também segurança. Onde há ruas mal iluminadas e sem manutenção, o índice de ataques, sobretudo às mulheres, é mais alto. Já estamos estudando e temos uma proposta que vai resolver este problema, implantando um sistema moderno de gerenciamento com a troca das lâmpadas antigas por lâmpadas novas e muito mais econômicas. Com isso, diminuiremos os gastos em manutenção e gastos de energia. Queremos ampliar e modernizar isso, trazendo modelos eficientes de iluminação. A modernização da iluminação pública da cidade também contribui para o desenvolvimento econômico do município.

P: De que forma pretende implantar um plano para a melhoria constante (manutenção) das ruas e avenidas de nosso município?

R: O asfalto em Cotia é antigo e, infelizmente, não houve planejamento adequado para que a infraestrutura acompanhasse o crescimento da cidade. Vamos criar um plano de investimentos a curto, médio e longo prazo com recursos próprios. Mas o IPUC que será criado (ver em nossa primeira resposta) vai devolver também um projeto técnico e buscar recursos junto ao Ministério das Cidades e junto às empresas que mais utilizam nossas ruas. Em parceria com técnicos, arquitetos, engenheiros e urbanistas capacitados podemos redesenhar as regiões da cidade levando mais infraestrutura e calçadas, com segurança e acessibilidade.

P: Como será resolvida a questão da “continuidade” de um governo que está saindo para o que está entrando? Haverá algum tipo de iniciativa por parte dos governantes, no sentido de se “passar o bastão” para o próximo administrador, com todos os projetos que já estão em andamento, os que foram aprovados e os que ainda irão começar?

R: Sim, vamos criar em conjunto com a atual administração, o chamado Governo de Transição para que nossa equipe tenha pleno conhecimento dos projetos em andamento, das urgências, convênios e a real situação da Prefeitura.  O que está funcionando, vamos dar continuidade e aprimorar. O que não estiver atendendo com excelência a população, vamos substituir por políticas públicas funcionais, que beneficiem sempre o coletivo.

P: Como funcionarão os serviços básicos de limpeza e manutenção da cidade (lixeiros e recolhimento de reciclados)?

R: Um dos pilares de nossa gestão será investir na reciclagem do lixo doméstico e industrial. Atualmente, uma pessoa produz até 950 gramas de lixo por dia, dependendo de sua condição social. E é provado ser possível reciclar cerca de 80% desse lixo. E reciclar hoje não é mais meramente uma virtude, é obrigação do gestor moderno e sustentável que entende a importância de políticas públicas voltadas para o meio ambiente. Nós vamos ampliar a coleta seletiva e o número de cooperativas que trabalham com reciclagem. Além de cuidar do nosso meio ambiente, vamos gerar empregos. Nossa meta é construir uma cooperativa em cada região da cidade.

P: Sobre a manutenção das nossas ruas (asfalto) e captação de águas pluviais e esgotos, o que será feito pelos pré-candidatos?

R: Nós vamos desenvolver um projeto eficaz, unindo recursos próprios, verbas federais e estaduais, além da participação da inciativa privada para solucionar um problema crônico. E não há outra solução, se não, planejar e unir forças. Temos alguns movimentos não governamentais em nossa região que levantam bandeiras ambientais e sustentáveis. Trazê-los para a nossa administração, sem dúvida, será um dos primeiros passos em prol da natureza, do meio ambiente e da qualidade de vida da população. Avaliar suas ideias, trazê-los para discussões e fazê-los participativos fará, sem dúvida, com que tenhamos uma Cotia muito melhor para se viver.

P: Existe algum plano de melhoria das nossas calçadas (passeios), no sentido de ampliar locais onde elas não existem ou onde há interferências físicas como postes e muros invadindo o passeio?

R: A melhor maneira é criar um programa de conscientização dos moradores que ocuparam estes espaços e discutir com eles uma maneira de compensação para que possam permitir a readequação do uso do solo, inclusive para permitir a acessibilidade. Será um trabalho intenso de planejamento e em conjunto entre a prefeitura, moradores e usuários. Como respondemos na questão 8, em parceria com técnicos, arquitetos, engenheiros e urbanistas capacitados, podemos, a médio prazo, redesenhar as regiões da cidade, promovendo a colocação de calçadas largas, oferecendo segurança e acessibilidade. Tudo isso com responsabilidade, impacto de vizinhança e garantindo que a infraestrutura urbana só tenha a ganhar.

P: As empresas de telefonia e a Eletropaulo deverão seguir algum padrão exigido pela prefeitura para que nossos postes não fiquem do jeito que estão (caídos, tortos, sujos, fios caindo)? Ainda, a questão das chuvas e ventos, quando rompe a fiação, o serviço continua demorado para a reposição de fios. Como isso vai ficar?

R: O problema da Eletropaulo é crônico na cidade, infelizmente. E tenha certeza de que não é só aqui. Nós vamos enfrentar a Eletropaulo de frente. Vamos exigir dela um plano de modernização da rede, a curto prazo, para ter fim este sacrifício que passamos cada vez que chove. É importante ressaltar que todas as regiões sofrem com a má prestação de serviço da Eletropaulo e que a nossa vontade é beneficiar a cidade como um todo, a começar pelas áreas mais vulneráveis.

P: Existe algum plano de ação para aumentar o tratamento de esgoto na região?

R: Esta é outra questão séria no município. A Sabesp tem um plano de tratar o esgoto da cidade e que está no contrato com a prefeitura. Nós já estamos conversando com a empresa para acelerar o processo não apenas do tratamento do esgoto, mas com a despoluição do Rio Cotia e seus afluentes. Mais uma vez, reforço a importância de trazer para dentro da prefeitura estudantes, biólogos, geógrafos e representantes de ONG’s que queiram participar dos processos em prol do meio ambiente. Vamos recuperar o título de cidade verde, com ar puro, na qual as pessoas se sintam felizes em morar e trabalhar aqui. Algumas unidades educacionais da região já estão despertando para a despoluição dos rios, abrindo esta discussão dentro das salas de aulas. Por meio da educação, podemos fazer muito mais como criar programas de parcerias entre secretaria de meio ambiente, de educação, de obras e saúde. Sou a favor de projetos colaborativos e participativos.

P: Sabemos que as melhorias da Rodovia Raposo Tavares dizem respeito ao Governo do Estado, porém, a parte de proporcionar à população a questão da “mobilidade urbana” está a cargo do prefeito em exercício e de seus vereadores. No caso de Cotia, o que se pretende fazer para melhorar a mobilidade urbana em bairros com alto índice de crescimento e tráfico como Granja Viana, entre outros?

R: Mobilidade urbana é o tema das eleições em muitas cidades, e não seria diferente em Cotia. Nós temos que criar novas artérias viárias internas na cidade. Não dá mais para todas as pessoas dependerem da Raposo Tavares, sem alternativas de acesso. Já temos discutido com urbanistas e arquitetos soluções possíveis. Vamos, inicialmente, abrir novos caminhos entre os bairros da cidade, dos dois lados da Raposo. Já estamos consultando órgãos dos governos do estado e federal, na viabilização de verbas e projetos bem mais amplos para solucionar a mobilidade interna da cidade. Existem muitos projetos desenhados para a Raposo Tavares. Podemos analisar os mais viáveis e eficientes e começar estas melhorias.

P: Dentro das possibilidades do município de Cotia, como pretendem desatar o nó do trânsito da Raposo Tavares, principalmente nos pontos já mais críticos, conhecidos por todos? (Já que tem tanta gente vindo morar por aqui com tantos condomínios).

R: A questão da Raposo Tavares não pode ser tratada isoladamente. Algumas ações do município podem ser promovidas diretamente com o governo do estado, como a ampliação do retorno do km 22,8 e a criação de outras alças de acesso. A solução final, no entanto, depende de uma espécie de consórcio envolvendo todos os municípios dependentes dela. Nós vamos liderar este movimento de solução da Raposo. Esta questão passa pelo governo federal e estadual. Não há recursos suficientes para resolver o problema, sem envolver todas as esferas de poder. E há solução, sim. Vamos tomar frente e liderar este processo. 

P: Como podemos mudar os pontos críticos dos bairros de Cotia para dar mais segurança aos munícipes?

: Aumentando a quantidade de policiais municipais e melhor remunerá-los, é uma delas. Como já respondi, não bastam ações isoladas. A questão da segurança deve ser tratada como política pública em conjunto com os municípios vizinhos. Tem de haver aproximação entre as polícias, inserir a população por meio do conselho de segurança em todas as discussões. Queremos promover debates constantes sobre as práticas de delitos que ocorrem e investir em ações de esclarecimentos e humanização. Queremos investir em prevenção. Chamar representantes da segurança pública e privada para implantar o que existir de mais moderno em segurança preventiva urbana. Investir em material humano também será uma prioridade do nosso governo. Outra ação é capacitar nossos profissionais para terem um contato maior com a população, uma maior atuação nos bairros e serem parceiros dos comerciantes. Mas nada disso terá eficácia se não investirmos na nossa juventude. É o que vamos fazer para afastá-la da tentação ao crime, criando um projeto cultural universal em toda a cidade como os pontos de cultura nos bairros. Vamos também fortalecer programas como o Educando e o Proerd, iniciativas de combate às drogas e violência, para garantir uma cidade com crianças e jovens conscientes e do bem.

P: Como será feita a gestão do uso da receita de Cotia, sendo uma das cidades brasileiras que mais arrecadam com os impostos, para a melhoria e implantação de planos, projetos, ações concretas com esses recursos?

R: Não há como fazer uma boa gestão sem transparência e diálogo. A participação das pessoas com sugestões será outra ferramenta que mostrará que é possível investir e utilizar os recursos de forma muito mais inteligente do que já vem sendo feito.

P: O que será feito para devolver aos cofres públicos o que foi desviado em forma de propina e já provado juridicamente?

R: A devolução de dinheiro aos cofres públicos só pode ser determinada pela justiça, como ocorreu recentemente quando um juiz mandou bloquear os bens de um ex-prefeito acusado de desvios de verbas. Há outros casos que certamente a justiça mandará devolver o dinheiro desviado. Deixo claro que qualquer investigação ou determinação da justiça terá o meu apoio. Como disse, sou ficha limpa e quero realizar uma gestão transparente.

P: O que vão fazer para preservar as áreas verdes, que estão constantemente ameaçadas pelas propinas, pelos fiscais da Cetesb, etc? Já não é a hora de tombar as grandes áreas verdes que restam, transformando-as em áreas de proteção ambiental, praças e parques públicos?

R: A atual administração criou a guarda ambiental do município. Nós queremos equipá-la melhor e ampliar a sua atuação. A Cetesb é um órgão estadual. Uma de nossas reivindicações junto ao governo estadual é a instalação de um escritório da Cetesb no município, justamente para que tenhamos a fiscalização mais próxima e, assim, podermos lutar juntos no combate ao desmatamento irregular. Sobre tombamento, chegou a hora de se verificar a possibilidade de criar novas áreas verdes e parques para a cidade. E faremos um estudo sobre o mapa de georreferenciamento da cidade para detectarmos as áreas verdes possíveis de serem preservadas e transformadas em praças e parques. 

P: A população quer saber o que será feito para barrar a invasão de condomínios populares e nobres, que só trazem pobreza e devastações das áreas verdes e mananciais?

R: Nós vamos regular a chegada de novos empreendimentos, exigir deles contrapartidas que realmente beneficiem a população, a cidade e, claro, que mostrem respeito ao meio-ambiente.   

P: Qual o plano para o saneamento básico na região? (Como ficará o projeto do Polo de ecoturismo do Morro Grande)?

R: Sobre saneamento básico, como já disse, faremos gestão para que a Sabesp cumpra o compromisso assinado em contrato. O não cumprimento vai permitir à prefeitura a revisão do contrato. E não há dúvidas que exerceremos o nosso direito. Sobre o Polo de Ecoturismo, já existe o projeto, mas vamos ouvir a população para colocá-lo em prática. Existe um movimento de pessoas hoje que executam algumas ações de conscientização na reserva. Sem dúvida, escutá-los será o melhor caminho para a implantação do Polo e para a sua sobrevivência.

P: Qual será a postura de todos os vereadores e suas ações concretas diante da questão da “verticalização” da Granja Viana?

R: Sobre os vereadores, eles são o poder legislativo e a prefeitura é poder executivo. Não há como responder por eles. Mas, pessoalmente, sou contra verticalização e vamos lutar contra. Boa gestão só é capaz com transparência dos atos da administração. É dessa maneira que vamos trabalhar, com plano de metas e participação da população nas ações da prefeitura e dos secretários. É assim que vamos agir e tenho certeza que será possível investir muito mais na cidade. Nós temos um eixo de projetos para todos os que vivem em Cotia, alicerçado na ética e na transparência, com gestão moderna. Só assim teremos uma Cotia humana, com atenção especial às crianças e jovens, aos idosos, às mães, aos trabalhadores e trabalhadoras.

 










 

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