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13/06/2014

Conversando sobre o PD

Nesta quarta-feira (18), acontecerá a quarta e última reunião da série “Conversando sobre o Plano Diretor”.


Nesta quarta-feira (18), acontecerá a quarta e última reunião da série “Conversando sobre o Plano Diretor”. Os convidados da noite são moradores do loteamento Jardim Colibri e que participaram da formação de seu Plano Diretor. O foco da reunião será na forma como o projeto foi construído, com o apoio de consultorias técnicas que, aprovado pelas Prefeituras, resguarda o bairro de um crescimento desordenado.

Terceira reunião

Na última quarta-feira (11), cerca de 30 pessoas estiveram presentes na terceira reunião sobre o Plano Diretor. Sob o tema “Uso e ocupação do solo versus empreendimentos imobiliários”, o arquiteto e ex-diretor da FAU-USP, Sylvio Sawaya, conduziu a conversa ao lado de José Roberto Nali, da Sabesp, e o biólogo Eduardo Catarino, que trouxe mapas das ruas, estradas e rodovias da cidade.

Sawaya iniciou a conversa retomando os assuntos discutidos no encontro passado. “Na última reunião, tivemos uma visão macro da Reserva do Morro Grande e do Corredor Ecológico Morro Grande-Japi, em que Cotia é a área central e mais vegetada desse corredor”, disse.

Corredor Ecológico Morro Grande-Japi

Segundo o arquiteto, há dois pontos que precisam ser observados. O primeiro é que, por ter um papel fundamental, Cotia deveria assumir a responsabilidade de disseminar a importância do Corredor Ecológico às outras cidades. O segundo ponto é que, para fazermos isso, deveríamos conhecer o assunto com profundidade. “Os técnicos das áreas precisam se aprofundar e, em seguida, devemos divulgar esse conhecimento à comunidade para que igualmente valorizem estas riquezas. Não precisamos defender (supervalorizar) Cotia, mas devemos dar uma significação a este que é um patrimônio social.”, sugeriu. 


Impacto do Sistema Produtor São Lourenço

O primeiro assunto discutido foi o Sistema Produtor São Lourenço, cujas obras iniciaram-se em abril deste ano. O complexo terá capacidade de tratar 4,7 mil litros de água por segundo para atender a Região Metropolitana de São Paulo. A água será retirada da Cachoeira do França, em Ibiúna, e cerca de 1,5 milhão de pessoas serão beneficiadas com o novo sistema nos municípios de Barueri, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira e Vargem Grande Paulista.

As preocupações são muitas. Entre elas, ficam as seguintes questões: quais serão as ações para não haver prejuízos maiores ao rio? Haverá um favorecimento para a construção de grandes empreendimentos imobiliários no entorno? Qual será o impacto das ramificações das adutoras? E como fica o tratamento do esgoto, em uma região que tem apenas certa de 40% do seu esgoto tratado?

Sobre a coleta e o tratamento, Sawaya propôs que fossem discutidos dois pontos: os existentes e o que estão por vir. “As ações que devemos pensar são: garantir que os novos empreendimentos e os já instalados tenham coleta e tratamento de esgoto, e saber da Sabesp quais são as medidas e normas legislativas nas áreas construídas e a construir”, instigou o professor.

Outra sugestão levantada pelos presentes foi a construção de cisternas para o reuso de águas cinzas (expurgo de chuveiros, lavatórios, lavadoras de roupas e tanques). As propostas foram de realizar uma oficina sobre a construção de cisternas em casa e propor à Prefeitura um incentivo fiscal para quem fizer a instalação de equipamentos para o reuso, como também dos que permanecem com áreas verdes em suas residências.

Rodovias e estradas de Cotia

As rodovias e as estradas são muito precárias. Faltam ligações intermediárias. E a tendência é o aumento do fluxo e a piora da circulação de carros. “A população está aumentando e logo haverá um colapso de mobilidade. Todas as propostas reais para minimizar este impacto são um caos”, afirmou Sawaya. "Para se ter uma ideia, o Rodoanel Mario Covas conta apenas com quatro saídas, o fluxo da Raposo Tavares é cada vez mais intenso e há um afogamento em algumas regiões específicas da cidade: Granja Viana, Caputera, Cotia-Centro e Caucaia", completou.  

Tanto na discussão sobre a água como sobre as estradas, foi ressaltada a importância do diálogo com outros órgãos (por ex: SABESP, CETESB, DER etc.). Caso isso não aconteça, pode aumentar a chance de serem vetados alguns planos.

Ficou acertado que os interessados nesta discussão devem trazer propostas para estas quatro localidades, sobre os seguintes pontos: centralidade (área central digna que tenha praças, clubes etc), uso e ocupação do solo (comércio e serviços, instituições/ armazém/ logística, habitação e áreas verdes abertas) e circulação (de acesso que atravessa e que circula). Além disso, será realizada a leitura dinâmica do atual Plano Diretor.

Serviço:
Conversando sobre o Plano Diretor
Data: 18/06 – 4as das 19 às 22h
Local: Clube das Pitangueiras
R. Santarém, 223 – Parque São George
Telefone: 4612-2540
Evento Gratuito








 

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