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10/01/2012

Notícia - Celeiro da Granja

Confusão de carrosGostaria da ajuda do Site da Granja.


Confusão de carros

Gostaria da ajuda do Site da Granja. Desde que o Celeiro da Granja (casa noturna de música sertaneja), que fica na Avenida São Camilo, sentindo Carapicuíba, começou a promover baladas (e já faz algum tempo), uma confusão de carros começou a se formar por lá, sem contar na quantidade de bêbados. Gostaria que alguma providência fosse tomada.

Rodrigo Terribas Saraiva, via rede social do Site da Granja

Caos na São Camilo

Hoje eu venho aqui para (tentar) relatar a vocês a cena que presenciei ontem, voltando para casa após um jantar com amigos. Uma cena indescritível, chocante, e, acima de tudo, inaceitável.

Era aproximadamente 00h20 quando eu estava trafegando na Avenida São Camilo, sentido Carapicuíba, próximo ao trecho que passa em frente ao empreendimento Alphaville. Quem passa por ali de madrugada, especialmente nos fins de semana, já deve ter se acostumado a ver carros parados na calçada e em fila dupla nos arredores do Celeiro da Granja. Uma prática totalmente irregular e desrespeitosa por parte dos motoristas baladeiros, mas que ao menos permitia o fluxo constante e estável de veículos.

Pois muito bem, o que eu vi agora há pouco passou longe disso. Primeiro, vi alguns carros vindo pela nova pista aberta pelo Alphaville, e a primeira coisa que pensei foi: "Ué, já liberaram a nova pista para o tráfego e eu nem estou sabendo?". Mas logo vi que os carros estavam na verdade fugindo da maneira que podiam de um cenário de guerra.

Quando cheguei perto do Celeiro, vi dezenas de carros parados nos mais variados ângulos, e trafegando em todas as direções, em todos os lugares possíveis (leia-se: Calçada, pista antiga, pista nova e o gramado que divide as duas). Havia também um ônibus da EMTU e um caminhão no meio daquele verdadeiro redemoinho veicular. Pensei até que fosse um engavetamento, dada a situação. Não sei se algum de vocês já teve a oportunidade de ver como é o trânsito na Índia, onde carros, ônibus, vacas, pedestres, caminhões, bicicletas e motos disputam o mesmo espaço sem faixas nem semáforos, mas era algo parecido. O ônibus não conseguia nem sair do lugar. Eu me amaldiçoo por não estar munido de uma câmera naquele momento (logo eu que estudo Jornalismo, vejam só...). Mas nem sei se teria habilidade para enquadrar toda a situação.

Não tive outra escolha senão passar por cima do gramado (que futuramente deverá ser o canteiro central, caso a São Camilo seja duplicada) e usar a pista nova para seguir até a minha casa. Foi uma infração, eu sei, mas não havia outro meio de exercer o elementar direito de ir para o meu lar, doce lar. Quando passei exatamente em frente ao Celeiro, vi carros parados no meio da avenida, estacionados a 45°, como se estivessem em uma via que permite esse tipo de estacionamento. Vi outros carros estacionados com mesinhas em frente, onde as pessoas consumiam sei lá eu o quê, num cenário que eu nunca achei que veria por essas bandas. O que acontece todos os dias no cruzamento da São Camilo com a José Félix é brincadeira de criança perto do que ocorreu hoje.

Enfim, cheguei à outra "ponta" da pista nova, em frente ao Armazém do Nicolau, e segui meu rumo. Senti-me completamente impotente, tudo que pude fazer foi piscar o farol para os dois ou três carros que encontrei no caminho seguindo em direção a Cotia para pelo menos deixa-los alertas para o caos que os esperava.

Bom, as perguntas que ficam no ar são as seguintes: O que a Granja está virando? Não bastam as árvores derrubadas, os conjuntos comerciais que se multiplicam na velocidade da luz, o excesso de carros? Nunca vi uma cena dessas em lugar algum. Eu já passei literalmente ao lado do Estádio do Morumbi em pleno dia de jogo do São Paulo, havia milhares de torcedores, tropa de choque, policiais a cavalo, vendedores ambulantes, e, mesmo assim, o trânsito fluía, devagar, mas organizadamente. Uns 200, 300 baladeiros causaram o que nem 30 mil torcedores conseguiram.

Entendo que aquelas pessoas estavam apenas atrás de diversão, e entendo também que o Celeiro é um estabelecimento como outro qualquer e quanto mais clientes, melhor, mas será que não ultrapassaram alguns limites? Pensei em chamar a polícia, o departamento de trânsito de Carapicuíba, o diabo. Acho que só eles dariam um jeito no que virou aquilo. Entendam que o que estava em jogo ali era o digníssimo direito de ir e vir das pessoas. Não era uma manifestação, um acidente, uma feira livre, era simplesmente o cúmulo do absurdo e da falta de respeito aos vizinhos que estavam impedindo a passagem. Eu não aceito ter meu caminho obstruído por causa da euforia e da boemia alheia, sinto muito por quem pensa diferente.

Não sei se foi a primeira vez que aconteceu isso, e infelizmente não será a última, mas enxergo aí uma situação que merece a atenção das entidades representativas da população granjeira (MDGV, Transition Granja Viana) e do Estado (Prefeitura, Polícia). Não sei se poderemos contar com a colaboração espontânea dos causadores do problema (Celeiro + frequentadores). Quando trabalhava no Site da Granja, enviamos uma reclamação de outro morador por e-mail para o estabelecimento, mas nunca recebemos uma resposta.

Estou tão indignado que não esperei o dia seguinte, escrevi o texto assim que cheguei em casa, de madrugada mesmo. Possivelmente alguém que esteja lendo isto passou por ali na mesma hora que eu. Deixe seu comentário, diga-nos o que viu! Se você viu outra coisa em outro dia, desabafe também! Ou eu sou o único que está incomodado?

Victor de Andrade Lopes













 

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