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11/05/2016

Notícia - Analgesia

A analgesia inalatória é uma técnica de sedação bastante utilizada em procedimentos odontológicos, mas você sabia que ela também pode acabar com as dores crônicas? A descoberta feita pelo granjeiro Dr.


A analgesia inalatória é uma técnica de sedação bastante utilizada em procedimentos odontológicos, mas você sabia que ela também pode acabar com as dores crônicas? A descoberta feita pelo granjeiro Dr. Prof. Dr. Francisco Mattos Junior foi uma surpresa. “Comecei a utilizar a técnica em meu consultório, que consiste na inalação de uma mistura de 2 gases - oxigênio e óxido nitroso - para procedimentos odontológicos, para diminuir a ansiedade e o medo, única e exclusivamente. Acontece que ao ouvir relatos de clientes em manifestações espontâneas, fui informado que dores que antes os afligiam, haviam desaparecido e a partir daí, fui constatando haver entrado no infinito e desconhecido corpo humano”. 


Dr. Francisco, mediante essa manifestação, como o senhor trabalhou a questão?

Primeiramente, fui procurar em livros, jornais e internet, alguma matéria que estudasse a utilização desses 2 gases, e não encontrei absolutamente nada, isto foi em 2003. Então, fiz um protocolo de pesquisa, e em um dos documentos, solicitava ao paciente que registrasse a intensidade da dor antes e depois da aplicação da técnica, numa escala de 0(zero) a 10(dez). Os resultados foram impressionantes, pois os sintomas da dor haviam desaparecido depois de algumas horas da inalação dos 2 gases.

Anos depois, em 2006, fui convidado para desenvolver esta pesquisa no Hospital das Clínicas com a Profa. Dra. LinYeng. Nessa fase, o maior desafio foi um paciente que havia sofrido um acidente de motocicleta e o diagnóstico expedido pelo Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foi de fratura do pescoço, concussão cerebral, cefaléia, dentre outros. graves.

A escala da dor era de intensidade máxima (10), e já perdurava há 1 ano e meio, 24 horas por dia. Morfina já não resolvia e a intensidade era tão grande, que o paciente batia a cabeça na parede, e sua fisionomia era de angústia e tristeza. Informei a Profa. Lin que uma única aplicação da analgesia por semana, não resolveria o problema, e se eu poderia atendê-lo em meu consultório na Granja Viana mais duas vezes por semana, e ela me autorizou. Pois bem, depois de 10 horas, me informou que, por várias vezes, a intensidade chegou a 0 (zero) e que o paciente já estava dormindo melhor e voltado a sorrir!

Esse trabalho resultou num projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com o título “Efetividade do óxido nitroso inalatório no tratamento da dor crônica”, no ano de 2007. Foram mais de 1300 horas de vivência de pesquisa.

E depois, mais mais alguma surpresa?

Nesse mesmo ano , fui convidado participar de um Curso de Extensão de 180 horas sobre Avaliação e Tratamento Disciplinar em Dor, e na ocasião, relatei minha pesquisa a um colega, Prof. José Tadeu Tesserolli Siqueira, um dos diretores da Instituição, que se interessou e pediu que eu fizesse uma planilha com os pacientes que eu havia atendido até então. Foram 77 pacientes, com 51 diferentes sintomas de dor. Entrei em contato novamente com todos eles (apenas um já havia falecido) e para minha surpresa maior, não tinha havido recidivas!

A que tipo de dores os pacientes se referiam?

Dentre os vários sintomas relatados e solucionados, temos: - Coluna cervical: 15; lombar: 18; ombro: 17; costas: 9; cabeça: 15; joelhos:14; pernas: 13; braços: 8, dentre outras.

Para que serviu essa planilha?

Ela foi essencial, pois a partir dai, passamos a contar com dados estatísticos. E não foi fácil! Foram 26
questões respondidas para cada um dos casos, mais de 2000 respostas.

Quando terminei apresentei ao Dr. Siqueira, e disso resultou um novo projeto: “O alivio da dor crônica depois da exposição do óxido nitroso durante o tratamento dentário: estudo retrospectivo longitudinal”. Esse novo projeto também foi aprovado pelo Comitê de Ética Interdisciplinar da Dor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O responsável por estas pesquisas foi o Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira, Prof. Titular e Neurocirurgião do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor do Centro de Dor do Hospital das Clinicas da FMUSP. O projeto também contou com a colaboração do Prof. Dr. José Tadei Tesserolli Siqueira.

O que mais o senhor gostaria de acrescentar?

A primeira coisa que gostaria de contar é que o nosso projeto foi publicado pela Revista da Academia Brasileira de Neurologia e Arquivos de Neuro-Psiquiatria e agora vai concorrer .ao Premio Nobel em Medicina, em Estocolmo , na Suécia. Não existe medicamento algum para tirar a dor e os que existem, são paliativos
Isto, para mim, é uma dádiva divina!
Finalizando, “temos que ter confiança nas próprias forças, é o que nos torna capazes de executar obras que não seriam possíveis se duvidássemos de nós mesmos.”

Clínica Odontológica Dr. Francisco Mattos Jr 
Rua Sardenha, 74 - Cotia - SP
Tel: 11 4702 9666 / 4702 4164 / 99915 0707

A analgesia inalatória é uma técnica de sedação bastante utilizada em procedimentos odontológicos, mas você sabia que ela também pode acabar com as dores crônicas? A descoberta feita pelo granjeiro Dr. Prof. Dr. Francisco Mattos Junior foi uma surpresa. “Comecei a utilizar a técnica em meu consultório, que consiste na inalação de uma mistura de 2 gases - oxigênio e óxido nitroso - para procedimentos odontológicos, para diminuir a ansiedade e o medo, única e exclusivamente. Acontece que ao ouvir relatos de clientes em manifestações espontâneas, fui informado que dores que antes os afligiam, haviam desaparecido e a partir daí, fui constatando haver entrado no infinito e desconhecido corpo humano”.

Dr. Francisco, mediante essa manifestação, como o senhor trabalhou a questão?

Primeiramente, fui procurar em livros, jornais e internet, alguma matéria que estudasse a utilização desses 2 gases, e não encontrei absolutamente nada, isto foi em 2003. Então, fiz um protocolo de pesquisa, e em um dos documentos, solicitava ao paciente que registrasse a intensidade da dor antes e depois da aplicação da técnica, numa escala de 0(zero) a 10(dez). Os resultados foram impressionantes, pois os sintomas da dor haviam desaparecido depois de algumas horas da inalação dos 2 gases.

Anos depois, em 2006, fui convidado para desenvolver esta pesquisa no Hospital das Clínicas com a Profa. Dra. LinYeng. Nessa fase, o maior desafio foi um paciente que havia sofrido um acidente de motocicleta e o diagnóstico expedido pelo Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foi de fratura do pescoço, concussão cerebral, cefaléia, dentre outros. graves.

A escala da dor era de intensidade máxima (10), e já perdurava há 1 ano e meio, 24 horas por dia. Morfina já não resolvia e a intensidade era tão grande, que o paciente batia a cabeça na parede, e sua fisionomia era de angústia e tristeza. Informei a Profa. Lin que uma única aplicação da analgesia por semana, não resolveria o problema, e se eu poderia atendê-lo em meu consultório na Granja Viana mais duas vezes por semana, e ela me autorizou. Pois bem, depois de 10 horas, me informou que, por várias vezes, a intensidade chegou a 0 (zero) e que o paciente já estava dormindo melhor e voltado a sorrir!

Esse trabalho resultou num projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com o título “Efetividade do óxido nitroso inalatório no tratamento da dor crônica”, no ano de 2007. Foram mais de 1300 horas de vivência de pesquisa.

E depois , mais mais alguma surpresa?

Nesse mesmo ano , fui convidado participar de um Curso de Extensão de 180 horas sobre Avaliação e Tratamento Disciplinar em Dor, e na ocasião, relatei minha pesquisa a um colega, Prof. José Tadeu Tesserolli Siqueira, um dos diretores da Instituição, que se interessou e pediu que eu fizesse uma planilha com os pacientes que eu havia atendido até então. Foram 77 pacientes, com 51 diferentes sintomas de dor. Entrei em contato novamente com todos eles (apenas um já havia falecido) e para minha surpresa maior, não tinha havido recidivas!

A que tipo de dores os pacientes se referiam?

Dentre os vários sintomas relatados e solucionados, temos: - Coluna cervical: 15; lombar: 18; ombro: 17; costas: 9; cabeça: 15; joelhos:14; pernas: 13; braços: 8, dentre outras.

Para que serviu essa planilha?

Ela foi essencial, pois a partir dai, passamos a contar com dados estatísticos. E não foi fácil! Foram 26
questões respondidas para cada um dos casos, mais de 2000 respostas.

Quando terminei apresentei ao Dr. Siqueira, e disso resultou um novo projeto: “O alivio da dor crônica depois da exposição do óxido nitroso durante o tratamento dentário: estudo retrospectivo longitudinal”. Esse novo projeto também foi aprovado pelo Comitê de Ética Interdisciplinar da Dor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O responsável por estas pesquisas foi o Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira, Prof. Titular e Neurocirurgião do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor do Centro de Dor do Hospital das Clinicas da FMUSP. O projeto também contou com a colaboração do Prof. Dr. José TadeiTesserolli Siqueira.

O que mais o senhor gostaria de acrescentar?

A primeira coisa que gostaria de contar é que o nosso projeto foi publicado pela Revista da Academia Brasileira de Neurologia e Arquivos de Neuro-Psiquiatria.e agora. vai concorrer .ao Premio Nobel em Medicina, em Estocolmo , na Suécia.
Não existe medicamento algum para tirar a dor e os que existem, são paliativos



Isto, para mim, é uma dádiva divina! Finalizando, “temos que ter confiança nas próprias forças, é o que nos torna capazes de executar obras que não seriam possíveis se duvidássemos de nós mesmos.”
A analgesia inalatória é uma técnica de sedação bastante utilizada em procedimentos odontológicos, mas você sabia que ela também pode acabar com as dores crônicas? A descoberta feita pelo granjeiro Dr. Prof. Dr. Francisco Mattos Junior foi uma surpresa. “Comecei a utilizar a técnica em meu consultório, que consiste na inalação de uma mistura de 2 gases - oxigênio e óxido nitroso - para procedimentos odontológicos, para diminuir a ansiedade e o medo, única e exclusivamente. Acontece que ao ouvir relatos de clientes em manifestações espontâneas, fui informado que dores que antes os afligiam, haviam desaparecido e a partir daí, fui constatando haver entrado no infinito e desconhecido corpo humano”.

Dr. Francisco, mediante essa manifestação, como o senhor trabalhou a questão?

Primeiramente, fui procurar em livros, jornais e internet, alguma matéria que estudasse a utilização desses 2 gases, e não encontrei absolutamente nada, isto foi em 2003. Então, fiz um protocolo de pesquisa, e em um dos documentos, solicitava ao paciente que registrasse a intensidade da dor antes e depois da aplicação da técnica, numa escala de 0(zero) a 10(dez). Os resultados foram impressionantes, pois os sintomas da dor haviam desaparecido depois de algumas horas da inalação dos 2 gases.

Anos depois, em 2006, fui convidado para desenvolver esta pesquisa no Hospital das Clínicas com a Profa. Dra. LinYeng. Nessa fase, o maior desafio foi um paciente que havia sofrido um acidente de motocicleta e o diagnóstico expedido pelo Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foi de fratura do pescoço, concussão cerebral, cefaléia, dentre outros. graves.

A escala da dor era de intensidade máxima (10), e já perdurava há 1 ano e meio, 24 horas por dia. Morfina já não resolvia e a intensidade era tão grande, que o paciente batia a cabeça na parede, e sua fisionomia era de angústia e tristeza. Informei a Profa. Lin que uma única aplicação da analgesia por semana, não resolveria o problema, e se eu poderia atendê-lo em meu consultório na Granja Viana mais duas vezes por semana, e ela me autorizou. Pois bem, depois de 10 horas, me informou que, por várias vezes, a intensidade chegou a 0 (zero) e que o paciente já estava dormindo melhor e voltado a sorrir!

Esse trabalho resultou num projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com o título “Efetividade do óxido nitroso inalatório no tratamento da dor crônica”, no ano de 2007. Foram mais de 1300 horas de vivência de pesquisa.

E depois , mais mais alguma surpresa?

Nesse mesmo ano , fui convidado participar de um Curso de Extensão de 180 horas sobre Avaliação e Tratamento Disciplinar em Dor, e na ocasião, relatei minha pesquisa a um colega, Prof. José Tadeu Tesserolli Siqueira, um dos diretores da Instituição, que se interessou e pediu que eu fizesse uma planilha com os pacientes que eu havia atendido até então. Foram 77 pacientes, com 51 diferentes sintomas de dor. Entrei em contato novamente com todos eles (apenas um já havia falecido) e para minha surpresa maior, não tinha havido recidivas!

A que tipo de dores os pacientes se referiam?

Dentre os vários sintomas relatados e solucionados, temos: - Coluna cervical: 15; lombar: 18; ombro: 17; costas: 9; cabeça: 15; joelhos:14; pernas: 13; braços: 8, dentre outras.

Para que serviu essa planilha?

Ela foi essencial, pois a partir dai, passamos a contar com dados estatísticos. E não foi fácil! Foram 26
questões respondidas para cada um dos casos, mais de 2000 respostas.

Quando terminei apresentei ao Dr. Siqueira, e disso resultou um novo projeto: “O alivio da dor crônica depois da exposição do óxido nitroso durante o tratamento dentário: estudo retrospectivo longitudinal”. Esse novo projeto também foi aprovado pelo Comitê de Ética Interdisciplinar da Dor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O responsável por estas pesquisas foi o Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira, Prof. Titular e Neurocirurgião do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor do Centro de Dor do Hospital das Clinicas da FMUSP. O projeto também contou com a colaboração do Prof. Dr. José TadeiTesserolli Siqueira.

O que mais o senhor gostaria de acrescentar?

A primeira coisa que gostaria de contar é que o nosso projeto foi publicado pela Revista da Academia Brasileira de Neurologia e Arquivos de Neuro-Psiquiatria.e agora. vai concorrer .ao Premio Nobel em Medicina, em Estocolmo , na Suécia.
Não existe medicamento algum para tirar a dor e os que existem, são paliativos



Isto, para mim, é uma dádiva divina! Finalizando, “temos que ter confiança nas próprias forças, é o que nos torna capazes de executar obras que não seriam possíveis se duvidássemos de nós mesmos.”
A analgesia inalatória é uma técnica de sedação bastante utilizada em procedimentos odontológicos, mas você sabia que ela também pode acabar com as dores crônicas? A descoberta feita pelo granjeiro Dr. Prof. Dr. Francisco Mattos Junior foi uma surpresa. “Comecei a utilizar a técnica em meu consultório, que consiste na inalação de uma mistura de 2 gases - oxigênio e óxido nitroso - para procedimentos odontológicos, para diminuir a ansiedade e o medo, única e exclusivamente. Acontece que ao ouvir relatos de clientes em manifestações espontâneas, fui informado que dores que antes os afligiam, haviam desaparecido e a partir daí, fui constatando haver entrado no infinito e desconhecido corpo humano”.

Dr. Francisco, mediante essa manifestação, como o senhor trabalhou a questão?

Primeiramente, fui procurar em livros, jornais e internet, alguma matéria que estudasse a utilização desses 2 gases, e não encontrei absolutamente nada, isto foi em 2003. Então, fiz um protocolo de pesquisa, e em um dos documentos, solicitava ao paciente que registrasse a intensidade da dor antes e depois da aplicação da técnica, numa escala de 0(zero) a 10(dez). Os resultados foram impressionantes, pois os sintomas da dor haviam desaparecido depois de algumas horas da inalação dos 2 gases.

Anos depois, em 2006, fui convidado para desenvolver esta pesquisa no Hospital das Clínicas com a Profa. Dra. LinYeng. Nessa fase, o maior desafio foi um paciente que havia sofrido um acidente de motocicleta e o diagnóstico expedido pelo Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foi de fratura do pescoço, concussão cerebral, cefaléia, dentre outros. graves.

A escala da dor era de intensidade máxima (10), e já perdurava há 1 ano e meio, 24 horas por dia. Morfina já não resolvia e a intensidade era tão grande, que o paciente batia a cabeça na parede, e sua fisionomia era de angústia e tristeza. Informei a Profa. Lin que uma única aplicação da analgesia por semana, não resolveria o problema, e se eu poderia atendê-lo em meu consultório na Granja Viana mais duas vezes por semana, e ela me autorizou. Pois bem, depois de 10 horas, me informou que, por várias vezes, a intensidade chegou a 0 (zero) e que o paciente já estava dormindo melhor e voltado a sorrir!

Esse trabalho resultou num projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com o título “Efetividade do óxido nitroso inalatório no tratamento da dor crônica”, no ano de 2007. Foram mais de 1300 horas de vivência de pesquisa.

E depois , mais mais alguma surpresa?

Nesse mesmo ano , fui convidado participar de um Curso de Extensão de 180 horas sobre Avaliação e Tratamento Disciplinar em Dor, e na ocasião, relatei minha pesquisa a um colega, Prof. José Tadeu Tesserolli Siqueira, um dos diretores da Instituição, que se interessou e pediu que eu fizesse uma planilha com os pacientes que eu havia atendido até então. Foram 77 pacientes, com 51 diferentes sintomas de dor. Entrei em contato novamente com todos eles (apenas um já havia falecido) e para minha surpresa maior, não tinha havido recidivas!

A que tipo de dores os pacientes se referiam?

Dentre os vários sintomas relatados e solucionados, temos: - Coluna cervical: 15; lombar: 18; ombro: 17; costas: 9; cabeça: 15; joelhos:14; pernas: 13; braços: 8, dentre outras.

Para que serviu essa planilha?

Ela foi essencial, pois a partir dai, passamos a contar com dados estatísticos. E não foi fácil! Foram 26
questões respondidas para cada um dos casos, mais de 2000 respostas.

Quando terminei apresentei ao Dr. Siqueira, e disso resultou um novo projeto: “O alivio da dor crônica depois da exposição do óxido nitroso durante o tratamento dentário: estudo retrospectivo longitudinal”. Esse novo projeto também foi aprovado pelo Comitê de Ética Interdisciplinar da Dor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O responsável por estas pesquisas foi o Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira, Prof. Titular e Neurocirurgião do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor do Centro de Dor do Hospital das Clinicas da FMUSP. O projeto também contou com a colaboração do Prof. Dr. José TadeiTesserolli Siqueira.

O que mais o senhor gostaria de acrescentar?

A primeira coisa que gostaria de contar é que o nosso projeto foi publicado pela Revista da Academia Brasileira de Neurologia e Arquivos de Neuro-Psiquiatria.e agora. vai concorrer .ao Premio Nobel em Medicina, em Estocolmo , na Suécia.
Não existe medicamento algum para tirar a dor e os que existem, são paliativos



Isto, para mim, é uma dádiva divina! Finalizando, “temos que ter confiança nas próprias forças, é o que nos torna capazes de executar obras que não seriam possíveis se duvidássemos de nós mesmos.”



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A analgesia inalatória é uma técnica de sedação bastante utilizada em procedimentos odontológicos, mas você sabia que ela também pode  acabar com as dores crônicas?  A descoberta feita pelo granjeiro Dr. Prof. Dr. Francisco Mattos Junior foi uma surpresa. “Comecei a utilizar a técnica em meu consultório, que consiste na inalação de uma mistura de 2 gases - oxigênio e óxido nitroso - para procedimentos odontológicos, para diminuir a ansiedade e o medo, única e exclusivamente. Acontece que ao ouvir relatos de clientes em manifestações espontâneas, fui informado que dores que antes os afligiam, haviam desaparecido e a partir daí, fui constatando haver entrado no infinito e desconhecido corpo humano”.

Dr. Francisco, mediante essa manifestação, como o senhor trabalhou a questão?

Primeiramente, fui procurar em livros, jornais e internet, alguma matéria que estudasse a utilização desses 2 gases, e não encontrei absolutamente nada, isto foi em 2003. Então, fiz um protocolo de pesquisa, e em um dos documentos, solicitava ao paciente que registrasse a intensidade da dor antes e depois da aplicação da técnica, numa escala de 0(zero) a 10(dez). Os resultados foram impressionantes, pois os sintomas da dor haviam desaparecido depois de algumas horas da inalação dos 2 gases.  Anos depois, em 2006, fui convidado para desenvolver esta pesquisa no Hospital das Clínicas com a Profa. Dra. LinYeng. Nessa fase, o maior desafio foi um paciente que havia sofrido um acidente de motocicleta e o diagnóstico expedido pelo Instituto Central do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo foi de fratura do pescoço, concussão cerebral, cefaléia, dentre outros. graves. A escala da dor era de intensidade máxima (10), e já perdurava há 1 ano e meio, 24 horas por dia. Morfina já não resolvia e a intensidade era tão grande, que o paciente batia a cabeça na parede, e sua fisionomia era de angústia e tristeza. Informei a Profa. Lin que uma única aplicação da analgesia por semana, não resolveria o problema, e se eu poderia atendê-lo em meu consultório na Granja Viana mais duas vezes por semana, e ela me autorizou. Pois bem, depois de 10 horas, me informou que, por várias vezes, a intensidade chegou a 0 (zero) e que o paciente já estava dormindo melhor e voltado a sorrir!  Esse trabalho resultou num projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, com o título “Efetividade do óxido nitroso inalatório no tratamento da dor crônica”, no ano de 2007. Foram mais de 1300 horas de vivência de pesquisa. 

E depois, mais alguma surpresa?

Nesse mesmo ano , fui convidado  participar de um Curso de Extensão de 180 horas sobre Avaliação e Tratamento Disciplinar em Dor, e na ocasião, relatei minha pesquisa a um colega, Prof. José Tadeu Tesserolli Siqueira, um dos diretores da Instituição, que se interessou e pediu que eu fizesse uma planilha com os pacientes que eu havia atendido até então. Foram 77 pacientes, com 51 diferentes sintomas de dor. Entrei em contato novamente com todos eles (apenas um já havia falecido) e para minha surpresa maior, não tinha havido recidivas! 

A que tipo de dores os pacientes se referiam?

Dentre os vários sintomas relatados e solucionados, temos: - Coluna cervical: 15; lombar: 18; ombro: 17; costas: 9; cabeça: 15; joelhos:14; pernas: 13; braços: 8, dentre outras.

Para que serviu essa planilha?

Ela foi essencial, pois a partir dai, passamos a contar com dados estatísticos. E não foi fácil! Foram 26
questões respondidas para cada um dos casos, mais de 2000 respostas.

Quando terminei apresentei ao Dr. Siqueira, e disso resultou um novo projeto: “O alivio da dor crônica depois da exposição do óxido nitroso durante o tratamento dentário: estudo retrospectivo longitudinal”. Esse novo projeto também foi aprovado pelo Comitê de Ética Interdisciplinar da Dor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O responsável por estas pesquisas foi o Prof. Dr. Manoel Jacobsen Teixeira, Prof. Titular e Neurocirurgião do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Diretor do Centro de Dor do Hospital das Clinicas da FMUSP. O projeto também contou com a colaboração do Prof. Dr. José Tadei Tesserolli Siqueira.

O que mais o senhor gostaria de acrescentar?

A primeira coisa que gostaria de contar é que o nosso projeto foi publicado pela Revista da Academia Brasileira de Neurologia e Arquivos de Neuro-Psiquiatria e agora vai concorrer ao Premio Nobel em Medicina, em Estocolmo , na Suécia.

Não existe medicamento algum para tirar a dor e os que existem, são paliativos. Isto, para mim, é uma dádiva divina!
Finalizando, “temos que ter confiança nas próprias forças, é o que nos torna capazes de executar obras que não seriam possíveis se duvidássemos de nós mesmos.”  


Serviço:
Clínica Odontológica Dr. Francisco Mattos Jr 
Rua João Paulo Ablas, 377 - sala 02 
Tel: 11 4702 2169 / 4702 9666










 

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