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09/09/2005

Tiffany: mais de 150 anos de história


Nem é preciso ser apaixonado por jóias para admirar o trabalho de extremo bom gosto e refinamento realizado pela joalheria mais charmosa que existe. A Tiffany é um luxo. E não apenas para quem pode comprar suas peças, muitas nem tão caras assim, mas uma visita já é uma experiência encantadora. O atendimento é cinco estrelas (inclusive para quem só está olhando) e os diamantes, surpreendentes. Se estiver batendo perna por aí e passar em frente a uma vitrine Tiffany, dê uma de Audrey Hepburn em “Bonequinha de Luxo” e tome um café, nem que seja do lado de fora.

A história da Tiffany & Co. começou em 1837, na cidade de Nova York, quando Charles Lewis Tiffany e John B. Young abriram uma loja que vendia papéis, cartões, envelopes e objetos de prata. De estilo Europeu, o negócio pretendia passar uma imagem de simplicidade, bom gosto e elegância.
Em 1867, a empresa conquistou o grande prêmio de qualidade em prata na Exposição Universal de Paris, um reconhecimento nunca antes dado a uma casa norte-americana. Nessa época, Charles Tiffany já havia assumido o controle da empresa e se tornado o primeiro joalheiro a introduzir pedras importantes no mercado dos Estados Unidos.

A história de sucesso da Tiffany ganhou destaque na década de 1870, período em que a empresa adquiriu o maior diamante amarelo do mundo, de 287 quilates, o qual foi lapidado de forma inédita em 90 facetas (até então era usada a lapidação em 58), resultando em um novo brilho para a pedra.
Outra inovação se deu em 1886, quando a empresa apresentou a chamada "cravação Tiffany", na qual o diamante ficava fora do aro do anel, suspenso por seis garras, permitindo o retorno completo da luz.
Em 1900, a consagração definitiva veio com a conquista de oito medalhas de ouro na Exposição Universal de Paris, pela qualidade de suas criações.

O departamento de arte da Tiffany foi criado por Louis Tiffany, que mais tarde viria a assumir a direção de arte da empresa. Reconhecido por seu bom gosto, criou peças que ficaram para a história, como jóias em forma de plantas e flores. Em 1956, o talentoso Jean Sclumberger se tornou o designer da marca.
Durante o século 20, a Tiffany sempre acompanhou as mudanças nas artes, na moda e no comportamento, conseguindo traduzir de forma ímpar o estilo de cada época.

Entretanto, foi em 1961 que todo o charme e sofisticação da joalheria se eternizou na pele de Audrey Hepburn no filme "Breakfast at Tiffany"s". A cena em que ela aparece em frente a vitrine da loja da Quinta Avenida em Nova York é uma das mais célebres do cinema e que traduzem o fascínio das mulheres pelo glamour e sofisticação das jóias Tiffany.

Em 2001, o Brasil ganhou sua primeira loja da marca e, em 2003, o sucesso garantiu a abertura da segunda loja, ambas em São Paulo.
Mesmo sendo um luxo para poucos, a Tiffany permanece como símbolo de sucesso e sofisticação, proporcionados pela excelência na criação de suas jóias.


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