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Agito Cultural

27/10/2005

DJ = Músico?


Um DJ é um músico? Não, claro que não. Ele é um DJ!
De uns anos para cá, pudemos observar um “novo profissional”, muito requisitado pela sociedade e com um mercado de trabalho em plena ascensão. A bola da vez é o DJ!
Devo confessar que tanto eu como muitos amigos meus, músicos, quando líamos ou ouvíamos algo do tipo “Tal DJ vai ‘tocar’ em determinado lugar ou ‘fará um show’, achávamos meio estranho (rs).
DJ “era” o cara que ligava o som numa festa (rs) e trocava os discos… Então, como assim? Ele diz que vai tocar ou fazer um show? Que instrumento ele toca? Estudou música?
Não, nada disso. Alguns podem até ter estudado, por prazer ou cultura, mas não que sejam músicos.
O trabalho de um bom DJ junto com músicos pode resultar em coisas curiosas e belíssimas. Na semana passada, fui fazer um show em Aracati, no Ceará, com a cantora Mona Gadelha, com quem venho trabalhando já há algum tempo. E um dos “músicos da banda”, era o DJ Ramilson Maia.
Ramilson é uma pessoa maravilhosa; um cara muito engraçado e um grande profissional.
Durante a viagem, no avião, ele foi me falando sobre um trabalho de uma banda que ele tem ― “Kaleidoscópio” ―, muito conhecida na Europa e também aqui no Brasil. Fomos assistindo, no lap-top dele, alguns DVDs de shows recentes que aconteceram em diversos países da Europa.
Eu, particularmente, já havia observado e gostado muito do trabalho de outro DJ que gravou no CD Tudo se move, da cantora Mona Gadelha. Mas não fazia a menor idéia de como tudo aquilo poderia acontecer fora de um estúdio de gravação, ou seja, como aconteceria ao vivo. É incrível a contribuição e tantas sugestões que um DJ pode acrescentar num som ao vivo, num show. São muitos sons e timbres diferentes, dinâmicas e efeitos diversos, etc. que os instrumentos musicais convencionais, de maneira geral, não podem fazer.
O Ramilson Maia se integra com os músicos sem cometer exageros. Ele sabe achar seus espaços e “toca” com a gente.
Na viagem de volta ele me contou sobre alguns outros DJs europeus e americanos famosos, que fazem shows sozinhos e recebem cachês altíssimos.
Outro dia, recebi um convite de uma produtora de São Paulo para fazer um show numa casa noturna de SP: eu na guitarra com mais dois DJs americanos.
Vou alimentar isso com o maior prazer. Eles, os DJs, estão “invadindo”… (rs).
É uma “praga” muito legal que, com equilíbrio, sensibilidade, pesquisa e estudos, acrescenta e sugere elementos para a música ir ainda mais longe. Na verdade, não se trata de nada inovador. A música “concreta”, experimental e de vanguarda sempre fez uso de gravações em fitas magnéticas de sons “diferentes” para serem acionadas durante uma apresentação ao vivo.
Um DJ todo equipado com sons interessantes no seu repertório faz, ao vivo, uma festa sonora muito interessante com os músicos num palco. Viva os DJs!
Numa próxima oportunidade, farei uma entrevista com o Ramilson Maia.
Um abraço.


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